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segunda-feira, 17 de abril de 2017

UMA EXPERIÊNCIA ANIMAL

Benny tinha sido obrigado a ir visitar uma prima dele, que morava num sitio com uma de suas tias-avós. Na época ele tinha uns 14 anos (hoje ele tem vinte e uns). Saiu de casa empurrado por sua mãe pra sair com essa tia-avó, que era muito chata por sinal. Estava vestindo uma bermuda de tecido bem leve e estava sem cueca, por causa do calor. Era verão.

Assim que chegaram, foram recebidos no portão por Tália: uma pastor-alemão fêmea belga. Ela pulou em cima de Benny e o assustou. Mas a prima dele disse que ela era extremamente mansa. Tanto é que ela só ficou cheirando-o e abanando o rabo.

Entraram no sítio e a tia avó de Benny ficou conversando com a prima dele na sala. Ele ficou parado na porta observando o sitio e como ele era grande. Tinha um pomar, um depósito e um enorme galinheiro, pois o marido da prima dele era criador de galinhas. Ele vendia galinhas em uma feira que funcionava aos domingos. E como esse dia era um dia de domingo, ele não estava. Enquanto admirava a paisagem, Tália veio para perto dele. Ela abanava o rabo em sinal de estar feliz em vê-lo, e ele não sabia das más-intenções daquela pastor-alemão.

Como forma de retribuir a felicidade da cadela, Benny começou a acariciar-lhe a cabeça e por trás das orelhas. Foi quando ela fez um movimento que o deixou aceso, da cabeça aos pés: enfiou o focinho no meio de suas pernas e começou a fungar o pau dele por cima da bermuda. Aí vocês já imaginam, não é: adolescente, tarado e com hormônios sexuais explodindo, o resultado não poderia ser outro. O pau dele ficou super duro na mesma hora. Chegou a fazer volume na bermuda. E quando Tália sentiu o volume com o focinho, foi que começou a fungar ainda mais, chegando até a dar umas lambidas por cima da bermuda. A prima de Benny, que estava conversando com a tia-avó, olhou pra ele e disse: 
- Vá dar um passeio pelo sítio com a Tália. Vá conhecer as coisas. Você já tem 14 anos e não é mais criança. Pode ir!

Benny saiu com Tália pra ver o sítio e ela quase não o deixava caminhar, pois toda hora vinha fungar o meio de suas pernas. O tesão também estava demais e não deixava o adolescente pensar em nada a não ser em sacanagem. Foi quando ao passar pelo depósito do sitio, onde o esposo da prima dele guardava as ferramentas, Benny percebe que ele não estava trancado.

Ele então abre a porta e entra com Tália. A danada queria pau e Benny estava tão louco de tesão que teve uma atitude inesperada: se encostou numa das paredes do depósito, abriu o zíper da bermuda e colocou o pau pra fora. A cadela pulou em cima e começou a dar várias linguadas nele. E que língua! Até hoje Benny não encontrou mulher nenhuma que desse um banho de língua no pau dele, do jeito que ela deu. O pau latejava do jovem de tanto tesão e escorria porra, para o prazer da danada, que mal saía uma gotinha da cabecinha, ela passava a língua quente nele.

Tomado pelo forte desejo que emanava daquela situação, ele começou a se masturbar enquanto Tália lambia-lhe o pau, que estava super babado pela cadela. Mas para que a cadela pudesse se deleitar com ele ainda mais, ora ele se masturbava, ora ela a deixava dar um banho de língua nele. Era uma loucura para o garoto, sentir aquela excitação toda. Imaginem só: ser iniciado na zoofilia por uma cadela pastor-alemão. Aquilo estava uma delícia sem proporções.

Quando Benny foi gozar, ele começou a esfregar o pau na xota de Tália, que ficou quietinha dando umas arfadas e uns ganidos. E não aguentando mais tanta excitação, ele deu uma grande esporrada naquela xota e naquele cu canino. Após o ato, ele ficou admirado, pois nunca tinha esporrado tanto se masturbando, quanto esporrou naquele dia. Tália, feliz da vida, lambeu a porra toda que tinha sujado sua xota e seu cu. E ainda deu mais um trato no pau de Benny, deixando ele limpinho.

O jovem deu uma respirada, enxugou o suor e continuou a passear com Tália pelo sítio que sua prima morava. Almoçaram e voltaram no final da tarde. Benny chegou em casa e foi tomar banho. No banho, se masturbou de novo em homenagem à Tália e disse pra sua mãe que queria ir de novo ao sítio dessa prima.

O tempo passa e já haviam dois meses depois que ele teve sua primeira experiência com Tália. Benny já estava com calo no pau de tanto pensar naquela cadela, pois ela não saía de sua mente. O mesmo queria uma oportunidade de voltar lá no sítio da prima e curtir ainda mais aquela pastor-alemão! E essa oportunidade apareceu finalmente!

A mãe de Benny perguntou se ele saberia ir sozinho no sítio dessa prima no sábado. Na hora em que ele ouviu a pergunta, disse que sim, que já tinha decorado o trajeto. Ela pediu que ele levasse umas roupas que era pra essa prima doar lá por onde ela mora (a prima de Benny é evangélica e fazia parte de um grupo de pessoas que ajudava os mais necessitados). O adolescente ficou super empolgado, pois ia rever Tália e matar a excitação dele por ela, mais uma vez. No sábado, ele pegou o saco de roupas e foi para a rodoviária, pegar o ônibus pro interior. Demorou meia hora na estrada e enfim chegou de novo no sítio, só que dessa vez sozinho.
Ao chegar, ele foi recebido por Tália, na entrada do portão, pela prima e pelo marido dela. Esse último estava de saída para mais uma feira livre, aonde ia sempre vender seus frangos e galinhas. A prima estava de saída também, pois ia na igreja que não ficava longe e ia passar a manhã inteira por lá. Ela perguntou se ele não tinha problemas em ficar sozinho no sítio e o jovem respondeu que não.
- Que bom, pois preciso que você fique para dar banho em Tália. 

Na hora em que ela disse isso, o pau dele acordou. Ele disse a ela que nunca havia dado banho num cachorro antes.
- É só ter cuidado pra não entrar água nos ouvidos dela, pois são sensíveis e, como você não trouxe roupas pra passar o dia, você pode aproveitar que vai ficar sozinho e dar banho nela de sunga.

O corpo de Benny começou a se arrepiar de excitação. Mas ele se conteve, para não dar na telha que estava bastante safado naquela hora. Ele pegou a mangueira, o sabão apropriado para cães, a esponja, tirou a roupa, ficou só de cueca e foi com Tália pros fundos da casa, onde ela toma banho. Não posso deixar de frisar que assim que ele ficou de sunga, Tália enfiou o focinho em seu pau e ficou fungando nele, deixando o jovem com bastante tesão. Ela quase que não lhe deixava dar banho, de tanto que ela ficava lambendo o pau duro de Benny por cima da sunga. Pra aumentar ainda mais a putaria com Tália, ele tirou tudo e ficou pelado de pau duro dando banho na cadela.

Ela quando viu o pau duro e teso do jovem, não parava de lambê-lo. E aquilo o deixava cada vez mais excitado por ela. Foi quando ele começou a lavar a xota e o cuzinho dela com a mangueira. Aos poucos foi introduzindo os dedos em cada um e experimentando qual o mais delicioso. Quando enfiou o dedo no cuzinho de Tália, ela rosnou como se não estivesse ainda pronta pra fazer anal. Mas quando ele meteu o dedo na xota dela, ela ficou bem quietinha, recebendo as carícias, arfando de excitação.

Benny bolinou, bolinou na xota dela, até que em um determinado momento, o dedo dele entrou todo. Naquela hora, ele descobriu que as xotas das cadelas são apontadas pra baixo, e o encaixe do pau dos cachorros faz a xota das cadelas subirem. Aquela sensação foi deliciosa: ela bombeava o dedo com muita força e quase sem parar. Sem contar que era deliciosamente quente aquela cadela por dentro.

Não agüentando mais de excitação, ele começou a roçar o pau e a forçar a entrada dele na xota de Tália. Na hora em que seu pau entrou, ela ficou quietinha, como se tivesse gostado de ter sido metida. O jovem deixou o pau dentro por alguns segundos, pra sentir aquele fogo e aquelas contrações deliciosas, e só depois foi que ele começou a bumbar naquela xota. No começo foi devagar, mas depois ele já estava montado em Tália, cruzando com ela igual a um cão. Benny suava e delirava com toda aquela excitação que estava sentindo. Nunca uma mulher possuiu músculos vaginais tão fortes quanto os de uma cadela. Tália bumbava o pau dele com a xota e não deixava ele amolecer.

Enquanto metia nela, ele brincava com o dedo no cu de Tália. Chegou até a forçar um pouco a entrada, vendo a cabeça do dedo deslizar dentro, que a essa altura nem reclamava mais de estar sendo penetrada no rabinho. O pau de Benny parecia que tinha aumentado, pois com as contrações de Tália, ele tinha ficado um pouco inchado e parecia maior. Mas o tesão ainda falava bastante alto entre aquele estranho casal.

Não aguentando mais tamanho prazer, o jovem gozou com força dentro daquela cadela. E a gozada teve a mesma intensidade da punheta que ele bateu pra ela na primeira vez, enchendo a cadela de porra grossa e jovial. Porra essa que melou o pau dele todo, mas que foi limpo por Tália, que não deixou escapar nenhuma gota.

Enquanto ela limpava a porra que escorria da xota dela, Benny entrou no sítio, tomou um banho, se vestiu e ficou esperando a prima dele chegar da igreja. Quando ela chegou e viu Tália tomada banho, deu a ele uma boa gorjeta pelo trabalho, pois a menina que dava banho nela ficou gripada e não pode ir essa semana.

Benny pegou o dinheiro e voltou pra casa, pensando em Tália e na manhã deliciosa que tiveram. Desse dia em diante ele não se masturbou mais pensando em Tália, pois o melhor dela ele já tinha ganho.

domingo, 16 de abril de 2017

UMA NOITE FÉRTIL

Finalmente, depois de meses de promessas, ele chegou: vermelho, feito para a sua nova dona e com um toque de amor de seus pais. Era de segunda mão, mas era de coração, pois sua maior felicidade era a que seus dias de transporte coletivo acabaram, pois seu pai e sua madrasta, juntos compraram para Diana um Palio. Era um modelo 2012, mas estava muito bem conservado.
Ela então não perdeu tempo e foi dar uma volta nele. Pegou a chave na mão de seu pai e foi logo dar um passeio. Sua madrasta se ofereceu para acompanhá-la na sua primeira volta com o carro. Diana dirigiu até um posto de gasolina que fica perto de seu condomínio e completou o tanque, mesmo com o preço absurdo que a gasolina se encontra hoje em dia. Deram uma bela volta no bairro onde moram, para testar a parte mecânica do automóvel, que estava impecável: parecia recém-saído da loja de tão conservado que estava. Sua madrasta aproveitou e pediu que ela a deixasse na loja em que ela é dona. Diana não fez feio e dirigiu até lá. Todas as funcionárias ficaram olhando a madrasta dela saindo do carro novo de sua enteada. Despediram-se e a jovem voltou para casa.
Já no fim da tarde, Diana foi para a Universidade de carro novo, ouvindo o CD Love Metal e no ar-condicionado. Ela estava ouvindo a faixa Still Loving You, dos Scorpions. Estava sentindo uma leve dor pélvica, que talvez pudesse ser por causa do modo como o banco do carro estava posicionado, mas nada que pudesse se preocupar. Lá chegando, estacionou perto do Restaurante Universitário e foi caminhando para a aula no prédio 04. Quis cortar por dentro do prédio 03, para chegar mais rápido, mas ela foi fazer a besteira de olhar para a janela da sala do Centro Acadêmico de Letras e viu que a luz estava acesa. Pronto... Foi só ela ter visto aquela janela aberta, para seu corpo começar a despertar um tesão e uma curiosidade extremas por uma mesma pessoa: Eros. O cérebro da jovem entrou em modo automático e ela subiu até a sala do Centro Acadêmico, sem nem pensar duas vezes, mesmo com sua consciência alertando-a sobre a aula que estava para começar.
Sua ansiedade era tanta, que ela subiu às pressas para ver Eros por lá, de dois em dois degraus. Mas ao chegar lá, a mesma tomou um banho de água fria: Eros não estava. Quem estava lá era um sujeito magro, moreno, que fedia a cigarro e ainda por cima era gago. Ela viu a bolsa dele em cima da mesa e perguntou por ele ao sujeito gago. Ele olhou para ela e disse que Eros estava no laboratório de informática da departamental 03. Rápido como quem rouba, Diana rumou para o laboratório. E assim que entrou, viu Eros concentrado, digitando um texto. Assim que o viu, um enorme e libidinoso desejo surgiu em sua alma, saindo através de seus poros. O computador ao lado dele estava vazio. Então ela pede à senhora que estava chefiando o laboratório, para colocar uma hora de internet, no computador que ficava do lado do que ele estava. Nesse dia ela estava usando um vestido vermelho de bolinhas brancas que ia até os joelhos, cabelos presos numa trança, brincos de argola e uma maquiagem leve.
Ela sentou-se ao lado dele, mas ele continuou concentrado na digitação, como se não existisse mais ninguém dentro daquela sala a não ser ele. Diana começou a ficar fuçando sites alheios, apenas para dar impressão de estar fazendo alguma pesquisa. Algumas vezes ela olhava para Eros, para ver se ele a notava, mas nada! Era ele e aquele maldito texto. Chateada, pensou em se levantar e ir embora, pois já estava mais do que atrasada para a aula, só que aquele homem grande, de traços rústicos a enfeitiçava e a prendia ali ao lado dele, sem que ele precisasse mover um músculo para isso. Foi quando a senhora que tomava conta do laboratório encerrou o expediente dela e perguntou quem iria ficar até que o outro rapaz chegasse. Na mesma hora muita gente se levantou e foi se preparando para sair. Eros levantou a mão sem olhar para a mulher, confirmando que iria ficar. Diana também foi ousada e levantou a mão. Ao final, todos saíram, restando apenas ela e Eros. Foi quando a mão enorme dele, pousou sobre a sua coxa, quase tocando sua calcinha.
- Esse seu perfume é inconfundível Diana. Eu senti assim que você entrou e nem precisei virar a cabeça para saber que era você.
- Seu cachorro, safado! Porque ficou me tesando esse tempo todo? Porque não falou comigo, eu estando do seu lado?
Sem nem pensar duas vezes, Eros a beijou. Diana sentiu seu corpo ficar em alerta com aquela atitude inesperada. Ela adorava a boca dele, pois era uma das poucas que a acendia de cima a baixo. Sentiu também suas pernas se abrirem um pouco mais, desejando ser acariciada. Seu corpo se arrepiou e sua temperatura subiu ao sentir aquele homenzarrão de um metro e oitenta de altura, largo igual a um armário a dominando. Foi um beijo longo, de uns vinte a trinta segundos, mas que para ela parecia ser um beijo infinito.
- Estava com saudades suas, sabia? Esse negócio da gente se encontrar esporadicamente por aí não está dando mais certo.
Diana quis beijá-lo de novo, mas Eros a interrompeu, pois o funcionário do turno da noite estava chegando e ele falou que o mesmo era amigo da esposa dele. Ele então encerrou a sessão dela no computador que estava ao lado do dele e pediu que ela esperasse o rapaz chegar, colocasse outro tempo de internet em outro computador e que eles poderiam conversar através de um chat que existia dentro de um site de chats que o sistema da universidade não bloqueava, por não conhecer ainda esse. Ela esperou então o rapaz da noite e pediu que ele colocasse mais uma hora de internet. Diana entrou no chat que Eros indicou e começaram a papear.
Rubia_28 - Eros, você tem filhos?
00_Verde_33 - Tenho um. Por quê?
Rubia_28 - É que eu queria tirar uma dúvida sobre sexo.
00_Verde_33 - Fala.
Rubia_28 - Quando sua esposa engravidou vocês ficaram sem transar?
00_Verde_33 - Lógico que não! Logo quando ela engravidou, a primeira coisa que eu pesquisei na internet, foram as melhores posições que não prejudicassem a formação do bebê.
Rubia_28 - Hum... Tô entendendo.
00_Verde_33 - E o bom é que a gente transava sem camisinha. Mas porque a pergunta?
Rubia_28 - Por causa de uma conhecida minha lá do trabalho. Ela está grávida e está subindo pelas paredes, porque o marido não quer ter relações com ela, por medo de acontecer alguma coisa com o bebê.
00_Verde_33 - Ela está com quantos meses de gravidez?
Rubia_28 - Uns seis ou sete.
00_Verde_33 - Tudo isso e o cara nada?
Rubia_28 - Pois é. E aí, o que você acha dessa situação?
00_Verde_33 - Acho... Acho não, tenho certeza de que ela está matando cachorro a grito.
Rubia_28 - Você vai fazer alguma coisa mais tarde?
00_Verde_33 - Tenho aula e depois vou para casa, por quê?
Rubia_28 - Essa disciplina você já faltou alguma vez?
00_Verde_33 - Só uma. Por quê?
Rubia_28 - Estou de carro, vamos sair daqui à meia hora e você vai matar aula hoje comigo!
00_Verde_33 - Ok. Você é quem manda.
Diana fechou a sessão de internet, saiu do laboratório de informática e ficou esperando por Eros do lado de fora. Enquanto esperava, ligou para Brigite, para saber se ela poderia sair agora pela noite e retornar umas nove horas, Diana prometendo deixá-la em casa, pois tempos atrás a mesma estava reclamando do enorme fogo acumulado na gravidez, que o marido não queria apagar.
- Posso sim, mulher. Eu dou uma desculpa pro Mac, pois sempre vou à Universidade, pra falar com uma prima minha lá do interior. Ele a conhece e sabe que vou sempre aí falar com ela, só pra jogar conversa fora.
- Certo. Mas olha só, vou te deixar avisada: venha bem safada, sabendo que a gente não pode perder tempo com muita formalidade, pois esse cara que eu arrumei pra você é casado também.
- E ele vai matar minha secura toda?
- Se não matar, a gente fica se encontrando até você se sentir satisfeita.
- Vou colocar um vestido longo e uma calcinha fio-dental, a menor que tiver.
- Ótimo, ótimo! Traga na bolsa também um pouco do perfume que você colocar aí, pra você usar de novo quando a gente estiver voltando, pra ele não desconfiar de nada e venha pra cá o mais depressa que você puder!
- Certo. Tchau!
Uns quinze minutos depois que Diana tinha falado com Brigite, Eros saiu do laboratório de informática. Ela quis beijá-lo de novo, mas ele disse que não, pois o rapaz que toma conta do laboratório tem o costume de sair quase toda hora, e poderia flagrar os dois ali do lado de fora. Foram então ao Centro Acadêmico, pegar a bolsa de Eros, e de lá ela foi mostrar a ele o seu carro novo. Ele, quando viu o automóvel, ficou admirado pela conservação em que o carro se encontrava, pois era quase novo. Diana, lisonjeada que ficou, desativou o alarme, abriu o carro e o convidou a entrar. Entraram e, como os alunos estavam em aula, ficaram bem à vontade, com as luzes de dentro do carro apagadas e sem nenhum curioso ao redor, pra espiar.
Lá dentro do carro, beijaram-se mais uma vez com vontade, quase se devorando. A mão de Diana não saía do meio das pernas de Eros, que já estava com o pau duro, mais do que pedra. Naquela hora ela estava se segurando, mas o tesão dela era tanto, que não agüentando mais, sacou o pau dele pra fora da bermuda. Eros não esboçou nenhuma reação. Então Diana aproveitou o passe livre e caiu de boca, começando a degustar o pau daquele homem com prazer, pois estava inaugurando o carro, que prometia muitas aventuras de agora em diante. Mas quando sentiu ele duro como uma rocha em sua boca, seu celular toca: era Brigite, anunciando que já havia chegado à entrada da Universidade.
Diana teve que parar o boquete, para fazer a volta e pegar Brigite de carro. Doía em sua vontade ver Eros de pau duro do seu lado sem gozar, sabendo que ele estava assim por causa dela, mas tudo ao seu tempo. Ela fez a volta e pegou Brigite ainda dentro da Universidade. Diana parou o carro e ela entrou com todos os cuidados que uma gestante possuía e cumprimentou os dois. Ela sorriu e disse que achava Eros muito bonito, principalmente por causa dos olhos verdes e do jeitão de motoqueiro americano. Eros sorriu e agradeceu ao elogio, acariciando a coxa de Brigite com a mão esquerda, subindo a mão até sua xota.
Ela deu uma arrepiada e disse que não via a hora de ficarem mais a vontade. Brigite estava tão eufórica que parecia uma adolescente que iria experimentar algo diferente na cama pela primeira vez. Pois dava para ver que ela não tinha o hábito de trair o marido com outro homem e Diana estava ali naquele momento, sendo a diabinha que fica no ombro esquerdo, incentivando as pessoas a fazerem coisas erradas. “Bom... Sei que vou pro Hades, mas vou sem medo, por saber que não vou sozinha”, pensava.
Diana saiu de dentro da Universidade, perguntando para onde eles iriam. Eros e Brigite pensaram juntos e disseram que indo no sentido do conjunto em que a mesma morava tinha uma pousada. Diana deu a volta, passou pela frente do terminal de ônibus da Universidade e seguiu sentido o conjunto onde Brigite mora. A placa que indicava o caminho da pousada apareceu logo de cara. Diana seguiu dirigindo e logo chegaram. A pousada era grande e metade dos quartos tinha garagem. O que foi bom para a eles, pois quanto mais discretos, melhor. Entraram e a recepcionista foi bastante cordial e sorridente com Diana.
- Boa noite senhora. Primeira vez em nossa pousada?
- Sim. Sempre ouvia falar de vocês, mas só hoje eu quis ter a oportunidade de conhecer.
- Jura? Que bom! Quarto 20. Aqui está a chave. A garagem é automática. Basta apertar esse botão verde aqui que ela abre, a senhora entra e depois fecha.
- Obrigado. Desse jeito vou voltar sempre.
- Me chamo Ísis, e o que quiserem é só interfonar e pedir diretamente a mim. Boa diversão!
Diana não sabia se a recepcionista viu Brigite no banco de trás. Mas apesar da cordialidade, ela foi bem natural ao explicar sobre a garagem. Ela pegou a chave e foi procurar o quarto de número vinte. Ao encontrar, apertou o botão e a porta da garagem foi subindo. Com os faróis acesos, todos viram a porta do quarto ao lado. As luzes se acenderam, assim que Diana colocou o carro dentro. Ela desligou o carro e estava se preparando para sair. Eros saiu primeiro e foi abrir a porta para Brigite. Assim que ela saiu, começaram a se beijar ali mesmo, como se fossem amantes há muito tempo, na maior intimidade. Eles pareciam realmente um casal marido e mulher, pela semelhança das alianças em seus dedos e pelo fato dela estar gestante. A cena seria poética e romântica, se não fosse adúltera.
Dava para ver os seios de Brigite enormes e bicudos com o beijo de Eros, pois apesar do vestido dela ser comportado, ela estava sem sutiã. Aquela cena estava deixando Diana de calcinha encharcada de tesão. Mas mesmo com todo o prazer brotando, ela se segurou, assistindo aquele beijo por alguns segundos, até que não agüentando mais, se aproximou e se juntou a eles num gostoso beijo triplo. Suas línguas se roçavam, suas mãos se tocavam e suas almas se comunicavam através daquele desejo que aumentava cada vez mais. Diana estava ensopada, seios durinhos e louca de desejo de estar ali. Os seios de Brigite estavam tão pontudos, que minavam leite e Eros estava com o pau esticado na bermuda. Os três estavam com o tesão à flor da pele, doidos para se devorar. Saíram então da garagem, e foram para dentro do quarto da pousada.
Assim que entraram no quarto da pousada, Diana e Eros conduziram Brigite tranquilamente até a cama, cada um segurando ela em uma mão. Deitaram-na com todos os cuidados que uma futura mamãe merece, deitaram cada um do lado dela e voltaram a se beijar. Agora Brigite estava se revezando, ora beijando Eros, ora Diana. O leite que escorria dos seios dela molhavam o vestido, mostrando o tamanho da excitação em que ela se encontrava. E como o vestido dela, era tomara-que-caia, Diana desceu a parte do busto e deixou os seios dela à mostra. E mesmo pingando leite de tão duros que estavam os bicos, ela ficou acariciando um e Eros o outro. As mãos deles estavam um pouco molhadas por causa do leite que pingava, mas a safadeza estava deliciosa.
Diana e Eros pararam de beijá-la e a despiram, deixando aquela loirinha sonsa só de calcinha. Ela quis mudar de posição e Eros disse que deixasse tudo com ele e Diana, pois ambos iriam dar um trato gostoso nela e ensinar algumas coisas pra ela fazer em casa com o marido. Ele então tirou a roupa e Diana tirou a dela. Ficaram os três de calcinha e cueca na cama, beijando Brigite novamente, fazendo-a revezar entre a boca de Diana e a de Eros, só que dessa vez, enchendo a mão acariciando meus seios, que estavam com os bicos durinhos de tesão. Eros foi mais safado e colocou a mão de Brigite no pau duro dele, por cima da cueca. Ela, quando sentiu a ferramenta de Eros, pronta para uso, parou de beijar Diana, deu uma gemidinha olhando-a nos olhos, virou para o lado de Eros e voltou a beijá-lo com muito mais fome que da primeira vez, quando saíram de dentro do carro.
Eros tirou então a cueca e ficou nu de verdade na frente das duas. Ele não tinha o corpo escultural, como muita gente hoje em dia pensa em ter, pois era um "gordinho gostoso", mas não tinha vergonha de ficar nu na frente de outras pessoas, fora a esposa. Ele também não tinha um daqueles paus enormes que a gente vê em filmes pornôs, mas Diana já o admirava pela dureza excessiva que ele tinha, pois estava do jeito que toda mulher adora e sonha: duro, quase que empedrado de tanto tesão. Brigite quando segurou no pau de Eros sem a cueca, elogiou, dizendo que era bem mais duro do que o do marido dela.
Ao ouvir isso, Diana ficou com inveja da mulher de Eros, pelo fato de que ela tinha um macho tarado dentro de casa à disposição. Pois esse tesão todo ela acredita só existir em homens tarados: homens normais não ficam assim tão eretos. Talvez pelo tamanho, o sangue circule bem mais rápido do que se fosse gigante, Mas não é hora de aula sobre circulação sanguínea ou sobre testosterona. É aula de educação sexual para gestantes.
Eros subiu até a cabeceira da cama e ofereceu o pau para Brigite mamar. Ela caiu de boca igual a uma bezerra, mamando gulosa ao extremo. Diana ficou olhando aquela cena por alguns segundos e sua boca começou a salivar, pois também queria sugar o pau que ela já estava mamando antes de Brigite. Diana então segurou o pau de Eros enquanto ela mamava, e na primeira largada que ela deu, caiu de boca, sugando tão gostoso quanto ela. Brigite ficou chupando as bolas dele, enquanto Eros gemia com as sugadas e Diana ficava excitada ouvindo-o gemendo daquele jeito.
As duas ficaram revezando as bocas naquele pedaço de macho por um bom tempo, até que Brigite parou e começou a se tremer. Ela estava tendo um orgasmo, só de estar ali, mamando Eros, que pra intensificar ainda mais, ficou acariciando a xota de Brigite por cima da calcinha, enquanto ela gozava. Dava para ver o corpo de Brigite suando com o orgasmo. A criança no ventre dela também mexia, sentindo o prazer da mãe naquele momento. Eros deixou que ela descansasse um pouco, para depois voltarem ao que estavam fazendo.
Enquanto Brigite descansava, ele agarrou Diana, a beijou e foi descendo a boca até a sua xota, beijando e lambendo ela da virilha até a grutinha, passando pelo grelo e fazendo Diana morder os lábios de tesão, quando ele tirou ela e caiu de boca na xota, que estava lisinha só para ele. Brigite puxou Diana de lado e ficou beijando-a, enquanto Eros sugava as forças dela pela sua xota. Ele sugou até quase Diana gozar, mas parou para tirar a calcinha de Brigite, se admirando com a depilação que a futura mamãe deu na xota. Ela sorriu e disse que já estava se preparando para o parto e que o obstetra havia dito a ela que ia ser normal de novo. Eros deu um beijo no grelo de Brigite e começou a chupar a xota dela. Diana ficou um pouco enciumada, mas se conteve, porque estavam ali por causa dela: Diana por atender a um pedido dela e Eros para tirar o atraso da mesma, além de ensinar algumas coisas para ela fazer com o marido, quando chegar à casa.
As chupadas de Eros estavam deixando Brigite ainda mais louca de desejo, pois os gemidos dela ficavam cada vez mais altos. Para tentar diminuir essa excitação toda dela, Diana a beijava e ela retribuía, parando algumas vezes pra gemer forte. Diana não se preocupava com Eros, porque sabia muito bem o quanto ele sabe chupar uma xota com maestria. Brigite então apertou as coxas na cabeça de Eros, ficou empurrando ele, querendo que ele saísse do meio das pernas dela, mas ele não saiu, fazendo-a gozar mais uma vez de maneira intensa. Ela deitou-se de lado e ficou quieta por alguns minutos. Diana a deixou descansar mais uma vez, e Eros estava com o desejo á flor da pele, querendo meter. Ele quis meter em Diana, mas por mais que ela desejasse isso, suas intenções eram para com Brigite. Então Diana ficou só punhetando o pau dele de leve, pra ele não esfriar.
Eros aproveitou que Brigite estava de lado, colocou uma camisinha, se encaixou atrás dela, pincelou o pau em sua xota e começou a meter. Ela gemia e enquanto penetrava, dizia para ela que assim de lado ela poderia dar gostoso para o marido até o final da gestação. Ela só gemia e respondia "sim" com a cabeça. Diana, assistindo a toda aquela cena, só ficava imaginando o quão na secura ela se encontrava e no quanto ela e Eros estavam fazendo um bem para ela. E assim que se sentiu todo dentro de Brigite, Eros começou as estocadas de leve, fazendo a safadinha da limpeza gemer alto mais uma vez.
Diana, para não ficar de fora dessa sacanagem toda, levantou a perna de Brigite e ficou lambendo o grelo dela enquanto ela recebia as socadas de Eros. Ele, pra não perder a pose de safado, tirava o pau de dentro dela e mandava Diana mamar, pra lubrificar e meter em Brigite de novo, que pedia mais e mais para ele meter em sua xota. Nossa... Só de ouvir ela gemendo Diana ficava toda molhada. Ela estava adorando estar ali, na mesma intensidade em que Brrigite pedia para ser fodida. Eros, cada vez mais safado com aquela gravidinha, tirou o pau da xota dela e meteu no cuzinho. Dava para ver que ela tinha o costume de dar atrás, pois mesmo ela gemendo, dizendo que estava doendo, o pau de Eros entrou com bastante facilidade. E enquanto ele enrabava a gestante, Diana masturbava o grelo dela, que estava super durinho, tamanho tesão ela estava sentindo.
Eros então saiu de dentro dela e disse que aquela posição de ladinho era uma das posições que ela poderia fazer com o marido. Ele então deitou e pediu que ela viesse por cima. Brigite, já dominada física e psicologicamente por aquele deus do erotismo, obedeceu, sentado em cima dele e se encaixando, mesmo com aquele barrigão impedindo que ela pudesse ver alguma coisa. E Diana, como forma de demonstrar consideração por ela, segurou o pau de Eros e foi colocando dentro dela, para que ela não tivesse nenhum trabalho. Ele disse que ela fazer sexo sentada estava liberada, pois era uma das posições permitidas para gestantes. Ela então começou a fazer movimentos de vai e vem, gemendo e de vez em quando dando umas quicadas no pau de Eros, que já estava super melado com esses movimentos. Ela rebolava, gemia e quicava pesadamente revirando os olhos, suando e com uma expressão de felicidade no rosto. E não demorou muito para que ela gozasse de novo também.
Diana ajudou-a a sair de cima de Eros, pois ela suava como se estivesse derretendo, e dizia que estava quase sem forças, deitou-a na cama e Eros mandou que Diana ficasse de quatro na cabeceira. Ela obedeceu. Ele ficou em pé, pincelou o pau na xota de Diana e começou a meter devagar e bem gostoso. Assim que se encaixaram, ele começou a socar nela sem pena. Agora a mesma sensação que Brigite sentiu, Diana estava sentindo também. E era uma delícia para ela, sentir Eros socando dentro, ao mesmo tempo em que Diana via Brigite deitada, sorrindo extremamente satisfeita com os dois. Brigite então segurou a nuca de Diana e lhe deu um beijo demorado de língua, enquanto Eros a fodia bem gostoso. Só que o beijo que ela estava dando em Diana estava tão gostoso, que ela não teve outra saída a não ser gozar com Eros todo dentro. Seu corpo nessa hora tremeu, sua mente vibrou, seus olhos quiseram chorar e seu corpo todo tremeu. Ela estava tendo o primeiro orgasmo intenso do ano.
Diana ficou zonza, a vista dela ameaçou escurecer e ela se deitou ao lado de Brigite. O gozo foi tão intenso, que quando ela colocou a mão para sentir o quanto estava molhada no meio das pernas, seu gozo parecia mais grosso e gosmento, tipo clara de ovo. Ficaram as duas abraçadas por alguns minutos, enquanto Eros ainda permanecia teso, se masturbando de leve, olhando para as duas. Foi aí que Diana perguntou a Brigite se ela queria o leitinho de Eros, para fechar a noite com chave de ouro. Ela disse que estava até com vontade, mas tinha receio do marido querer beijá-la e perceber o gosto da porra dele na boca dela. Diana sorriu e disse que ela podia tomar tudo sem problemas, que ela iria para casa mascando um chiclete bem forte de menta que ela tinha na bolsa. Brigite então fez uma cara de safada, sorriu e pediu o leite de Eros, que colocou o pau na direção da língua dela e começou a se masturbar. Quando estava perto de gozar, ele pegou a mão de Diana e mandou que ela terminasse a punheta dele. Ela começou a punhetar e os jatos fortes começaram a sair na direção da boca da futura mamãe, que tomou tudo, sem deixar cair nenhuma gota.
Diana deu um beijo bem demorado de língua, pra sugar bastante o gostinho, a ajudou a se levantar da cama e foram tomar um banho rápido, para esfriar o corpo. Quando saíram do banho, Eros foi lá e apenas lavou o pau. Diana e Brigite perguntaram a ele o porquê dele apenas lavar sua genitália, e ele disse que ainda não tinha ido para casa e que a esposa poderia desconfiar do cheiro do sabonete da pousada no corpo dele. Vestiram-se, saíram do quarto, entraram no carro de Diana, que pagou a pousada como presente para os dois e saíram. Ela então deu um chiclete de menta que tinha dentro de sua bolsa para Eros e Brigite disfarçarem o cheiro de sexo que as bocas deles exalavam.
Diana dirigiu até perto da casa de Brigite, que se despediu de maneira formal, para não levantar suspeitas. Depois foi deixar Eros perto de casa. Ele pediu que ela o deixasse no centro, que lá ele pegaria um ônibus para ir até a casa dele, pois os vizinhos dele eram um tanto quanto fofoqueiros. Diana deu um beijo de despedida em Eros, e assim que ele saiu do carro, ela esperou ele entrar no ônibus e foi embora. Assim que chegou em sua casa, Diana falou com seus pais, jantou, pois estava morta de fome, descansou, tomou um banho, colocou seu babydoll, deitou e apagou de vez, sonhando com Eros, Brigite e na noite em que a mesma quebrou um tabu, transando gostoso com uma gestante.
Três depois, Diana estava em seu trabalho, arrumando uns papéis no arquivo, quando sentiu fome e junto com ela, uma enorme vontade de comer maçãs. Não era uma vontade comum, pois sua mente pedia muitas. Rapidamente ela correu para um supermercado que ficava próximo de seu trabalho e voltou com pelo menos umas dez maçãs enormes, devorando-as com voracidade. Porém quando acabou de comer a sétima maçã, um enjôo tomou conta de seu corpo, fazendo-a correr para o banheiro vomitar tudo. Sua mente vagou até o dia em que teve aquela louca noite de prazer com Eros e Brigite. Rapidamente ela percebeu que não havia tomado o anticoncepcional e foi para casa. Mas antes passou em uma farmácia e comprou um teste de gravidez.
No outro dia, sem contar a ninguém, ela foi ao banheiro e fez o teste de gravidez com sua urina. Ao ver as duas barrinhas aparecerem, percebeu que Eros era um macho reprodutor da espécie. Nesse momento, todos os seus sentimentos surgiram de uma vez. Mil pensamentos apareceram em sua cabeça e um amor incondicional tomou conta de seu ser. Ela estava disposta a tudo para deixar germinar essa semente do amor proibido que nutrisse por Eros. Ela iria contar sim, mas não agora. Agora ela só queria aproveitar o seu momento maternal que aflorava em sua alma. Pois assim como Brigite, Diana também estava grávida.


A FLOR INFIEL

Noite fria e chuvosa na capital. Em alguns bairros não se é possível encontrar nenhuma alma viva debaixo desse pé-d’água. Apenas alguns poucos veículos se aventuravam a cruzar as ruas e avenidas que, com o passar dos minutos, agravava-se cada vez mais, transformando as pistas em verdadeiras lagoas artificiais. Só que toda aquela situação é o resultado da Lei de Murphy, junto com a Teoria do Caos, que assola o país, produzindo tamanhos estragos catastróficos.

Mas mesmo com toda essa chuva torrencial caindo nas cabeças dos moradores, como lágrimas advindas de uma força maior, alguns ainda encontravam tempo para satisfazer seus desejos sexuais mais adúlteros. Era o caso de um casal, cujo carro estava estacionado numa dessas praças que ficam em frente a cemitérios que existem em quase todas as cidades do país. O veículo, um Fiat verde, quatro portas, dos mais atuais e, apesar dos vidros não possuírem películas, os mesmos estavam bastante embaçados, não dando para ver quem estava nele, devido ao ato sexual que acontecia justamente dentro dele: a motorista, uma mulher aparentando cerca de trinta e oito anos, praticava sexo oral em um rapaz de apenas vinte e três.

Aquele encontro acontecia de maneira esporádica e proveitosa, mas acontecia. Pois sempre que ela podia dar uma escapulida de seus afazeres domésticos e matrimoniais, buscava o rapaz onde quer que o mesmo esteja, rumavam para um motel ou paravam em alguma rua deserta para ela poder praticar seu adultério de maneira rápida e extremamente pecaminosa.

Assim que o rapaz ejaculou em sua boca, ela sorveu todo encorpado, grosso e morno néctar, sem deixar escapar nenhuma gota. Ela então se recompõe, fecha o sutiã, abotoa a blusa, liga o carro e sai sentido zona norte, para deixar o rapaz o mais próximo possível de sua residência. Despediram-se sem beijo e sem abraços, para darem a entender que ele apenas pegou uma carona com ela, e então a mesma retornava para sua casa, para sua rotina doméstica de esposa e mãe dedicada. E aqueles encontros proibidos e reprimidos pela sociedade, aconteciam há mais de um ano.

Chamava-se Rosa, ou melhor, tia Rosa: pedagoga renomada, disputada pelas escolas mais caras da capital. Ela era casada com Antúrio, homem rude, indelicado e subjugador. Por ele estar aposentado de sua antiga função numa empresa petrolífera devido a um acidente de trabalho que lhe podou um dos pés e parte da perna, sua rotina era ficar em casa colocando defeito em tudo o que a esposa e os filhos faziam; dar palpites na vida profissional da esposa, dizendo que ele ganhava bem mais do que ela e que a mesma não deveria trabalhar, etc. Ele falava também que a função dela era cuidar dele, da casa, dos filhos e não trabalhar em sala-de-aula, como babá.

Aquela rotina com Antúrio dentro de casa começou a desgastar o relacionamento dos dois, principalmente quando ele começou a obrigá-la a estar sempre disposta para o sexo, toda vez que ele a procurasse. E com essa atitude, Antúrio se tornou para ela, de marido porre a um ser desprezível e nojento. Pois depois que ele começou a ficar em casa a maior parte do seu tempo, Rosa passou a evitar ao máximo ouvir as baboseiras de seu marido, que nunca elogiava nada do que ela fazia por ele. Por isso trabalhava manhã e tarde, dava aulas de redação em um cursinho, e só ia para casa no final da noite.

Um dia, aproveitando que iria ter uma tarde de folga em uma das escolas que lecionava, Rosa aceitou o convite de Magnólia, antiga amiga de faculdade e atual comadre, madrinha de seu filho mais velho, para almoçar. Por consequência do destino, as duas se tornaram colegas de trabalho, ao se encontrarem em uma das escolas em que Rosa havia aceitado lecionar.

Durante o almoço, ao ser perguntada por Magnólia como andava o casamento, Rosa acabou desabafando para sua comadre, toda a aflição que estava vivendo ao lado de Antúrio. Paciente, como quem ouve uma confissão, Magnólia também fala que o casamento dela com Delfim, não andava lá essas coisas e resolveu dar umas puladas de cerca, para manter as aparências.
Rosa, ao ouvir o que sua comadre acabou de dizer, se assusta e a repreende, dizendo que isso é errado. Magnólia olha pra ela e fala que se ela não quiser arrumar um amante por fora, pode optar por se tornar uma boneca inflável ou um depósito de esperma do marido, onde Antúrio sobe, goza e sai. Simples assim.

Rosa reluta em aceitar aquelas palavras, saídas da boca de Magnólia, paga o almoço e vai para casa, pensando na naturalidade da comadre ao falar sobre o fato de ter um amante. Durante o jantar, Antúrio, na frente dela e dos filhos, fala mal da comida que Rosa havia preparado e sai da mesa praguejando, dizendo que se ela ficasse em casa, teria mais tempo para preparar uma comida melhor. E não aquela lavagem. Os filhos deles tentam amenizar, dizendo que a comida estava ótima. Mas por mais que elogiassem o estrago maior já havia sido feito por dentro. E como se não bastasse o jantar, ela foi obrigada a fazer sexo com Antúrio contra a própria vontade. Suja e enojada após o ato sexual, ela adormece pensando nas palavras de Magnólia.

No outro dia, ela se arruma e vai encontrar seus alunos, que se tornaram uma válvula de escape para ela, quando não está em casa ouvindo as reclamações do marido. No final da manhã, depois de preencher as cadernetas e organizar a sala, ela encontra Magnólia na entrada da escolinha e a convida para tomar um suco antes do almoço. A comadre aceita e cada qual entra em seu carro, marcando de se encontrarem no mesmo restaurante em que almoçaram no dia anterior.

Lá chegando, sentaram-se e começaram a conversar. Pediram os sucos. Enquanto estavam sendo preparados, Rosa falou a Magnólia que pensou bastante no que ela havia dito e resolveu arriscar. O sorriso da comadre foi de uma orelha a outra. Magnólia começou a organizar tudo e marcaram de ir a barzinho bastante badalado na Orla da praia no fim-de-semana. O ambiente era bastante conhecido de Magnólia e ela tinha plena certeza de que sua comadre Rosa irá se dar muito bem por lá.

Tomaram os sucos, comeram alguns petiscos e retornara para a escola, para iniciarem os trabalhos da parte da tarde. Nesse dia, Rosa ficou pensando nos prós e contras que viriam a acontecer futuramente, as estava determinada a se arriscar. Ao chegar a sua casa, preparou uma bela sopa de verduras e carne para todos. E por incrível que pareça, Antúrio tomou mais de dois pratos de sopa sem reclamar. Ele apenas ficou desconfiado do ar de alegria da esposa, que foi logo desmentindo qualquer sintoma que estivesse tendo.

Chegado o sábado, ela arrumou-se logo cedo, colocando uma calça justa, sapatos de salto alto, uma blusa de botões e disse ao marido e aos filhos, que iria dar uma volta no shopping com sua comadre Magnólia. Os filhos dela aproveitaram a deixa e também caíram fora de casa, para curtir a noite na cidade (o mais velho tinha vinte e um, e a mais nova, dezenove). Antúrio começou a praguejar contra ela, dizendo que iria ficar sozinho em casa, mas ela nem ligou, pois estava disposta a dar o troco naquele homem que um dia foi seu marido.

Entrou no carro, ligou os motores e saiu. Enquanto dirigia, ligou para Magnólia. Ela atendeu e pediu para que ela fosse pegá-la em casa, pois Delfim havia levado o carro para a revisão e ligou a poucos minutos, avisando que iria demora a chegar. Rosa vai então à casa da comadre busca-la. Assim que pega Magnólia, seguem então para o bar que a comadre frequenta.

Dirigiu por uns vinte minutos e chegaram. Quando desceu do carro e chegou na frente do bar, o susto: era o que ela e seu marido mais frequentavam no começo do casamento, e antes dele se aposentar por acidente de trabalho. Tensa, nervosa, mas ainda determinada, Rosa respirou fundo e entrou, junto com sua comadre. Lá dentro, sentaram numa mesa perto de onde um trio pé-de-serra estava tocando, pediram dois uísques duplos e começaram a bebericar, olhando o ambiente e os músicos. Quando o uísque começou a fazer efeito, Rosa já estava curtindo o forró, batendo o pé no chão, acompanhando o ritmo da zabumba e cantando algumas músicas de Luís Gonzaga.

De repente, dois jovens que estavam sentados em uma mesa ao lado de onde estavam Rosa e Magnólia se levantaram e foram tirar as duas para dançar, o que deixou Rosa ainda mais tensa, pois ela temia que algum amigo ou conhecido de Antúrio a flagrasse dançando ou conversando com outros homens.

Os jovens: um loiro de mais ou menos uns vinte e dois anos, olhos azuis vítreos e cavanhaque da mesma cor, e um moreno de pele branca, olhos e cabelos pretos se apresentam e pedem para dançar com elas. O loiro se chamava Lisianto, e o moreno se chamava Narciso. Magnólia logo se apressou em se levantar da mesa e ir dançar com Narciso, que dançava bem. Já Lisianto ficou um pouco chateado por Rosa não ter dançado com ele. Ela dizia que ali não era lugar para conversarem, mas admirava a atitude do rapaz de ter ido até elas com o amigo, mesmo não as conhecendo.

Lisianto então trouxe as cervejas que estavam tomando com Narciso para a mesa e que Magnólia e Rosa estavam, conversou com o garçom para que ele não juntasse as contas e sentou-se ao lado de Rosa, que ficou ainda mais nervosa. Porém algo dentro dela ardia, como se alguém estivesse acendendo uma fogueira aos poucos, dentro dela.

Para deixá-la ainda mais relaxada e quebrar o gelo, Lisianto começou a puxar papo sobre vários assuntos, enquanto Narciso e Magnólia emendavam uma música atrás da outra, num forró que parecia ser infinito. Enquanto isso, Rosa mesmo nervosa, tentava manter um diálogo com o jovem rapaz, sempre elogiando a atitude dele, o bom papo e a coragem dele de não ter vergonha de estar conversando com uma mulher bem mais velha. Ele, ao ouvir o que Rosa falou, disse que mulheres mais velhas, são as de sessenta ou setenta, e que ela e a amiga eram mulheres maduras: bem maduras e lindas.

Quando menos esperaram, Magnólia e Narciso já estavam aos beijos e chupões de língua, sem medo ou vergonha das pessoas ao redor. Rosa só faltou cavar um buraco e enfiar a cabeça dentro, pois Antúrio e Delfim eram também amigos de adolescência. E ela não queria ser conivente com aquelas puladas de cerca, apesar de que seu corpo ardia por dentro, ao ver aquela cena, e um desejo incontrolável de faze o mesmo que a comadre estava fazendo, surgia cada vez mais. Mas só de imaginar que algum amigo do marido a estivesse vendo, já despertava nela, um pavor enorme.

Magnólia e Narciso sentaram-se na mesa e a mesma começou a incentivar sua comadre a ir dançar, dizendo a Lisianto que ela precisava de um gás extra na relação, viver novas aventuras, etc. e isso só aumentava ainda mais o medo de Rosa. Ele então pousa a mão sobre a coxa dela, fazendo-a tremer de excitação. Rapidamente ela pega o copo de uísque, dá uma golada, virado o copo todo de uma vez.

Com o corpo mais relaxado e anestesiado por causa da bebida, ela abre sua bolsa, pega um cartão de apresentação, entrega-o a Lisianto, e pede que ele ligue para ela durante a semana. O jovem passa o número do celular dele para ela, e ela fala que ele pode dar um toque para ela que ela retorna, pois precisa conversar algo muito sério com ele, antes de tomar qualquer decisão. Aproveitando o ensejo, Magnólia pega o número de narciso e fala que vai ligar para ele, pois que fazer uma “festinha” a dois e ainda disse para ele não se preocupar com despesas. Rosa, para ser ainda mais agradável e disfarçar mais o seu nervosismo, chama o garçom, pede a conta, paga todas as bebidas da mesa, dá um beijo no rosto de Lisianto, levanta-se da mesa e vai embora do bar junto com Magnólia.

Quando entraram no carro, Magnólia estava bastante empolgada com o rapaz que acabara de conhecer, falando no quanto ele estava excitado enquanto dançavam forró, já fazendo planos para o próximo encontro. Já Rosa permanece calada enquanto dirigia, falando apenas por interjeições e monossílabos. Ela deixou Magnólia na casa dela e rumou para o aconchego do lar. Lá chegando, falou com os filhos e ouviu os resmungos do marido sobre o horário em que havia chegado e outras coisas mais desagradáveis. Mas aquilo tudo não importava, pois sua cabeça fervilhava em dúvidas quanto àquela noite. E enquanto se arrumava para dormir, começou a pensar em Lisianto, na atitude dele ter ido falar com ela, na boa conversa que tiveram e principalmente na beleza do jovem rapaz.

Aquela mistura de sensações foram tomando conta do corpo dela, provocando um enorme calor que logo foi se convertendo em desejo. Nessa noite ela não dormiu direito, tocando seu sexo de leve e masturbando-se em silêncio, pensando em Lisianto e todo o prazer que ele poderia lhe proporcionar daqui pra frente e, sabe-se lá por quanto tempo.

Chega então a semana. Passa a segunda-feira e nada de Lisianto ligar. A passagem desse dia, para Rosa, pareceu uma eternidade. Amanheceu então a terça-feira e também nada. Esses dois primeiros dias pareceram meses para ela, que não aguentava mais de tanta ansiedade. Finalmente, na quarta-feira, Lisianto liga para o celular de Rosa e fala com ela. Ele se desculpa com Margarida, pelo fato de não ter entrado em contato com ela no início da semana e vão conversando de maneira resumida, sobre vários assuntos. Descobrem o que cada um faz da vida, ela professora de educação infantil, ele estudante universitário, etc. e essa conversa se estenderia até bem mais, se a mesma não estivesse em horário de almoço.

Ela perguntou onde ele morava e se podia pegá-lo ao final do dia, se ele estivesse livre, para conversarem mais. Pois precisava falar algo muito sério com Lisianto, antes de tomar qualquer decisão daquele dia em diante. Lisianto, sentindo o ar de seriedade, falou que morava num bairro perto do centro, e que ele poderia esperá-la na avenida que fica próximo de sua casa. Ele disse também que iria espera-la perto de uma padaria, para facilitar mais. Rosa, mentalizando todo o trajeto, disse que iria passar lá no final da tarde, umas cinco e meia. E disse também que era para ele já estar por lá, esperando-a. Ele, antes de desligar, respondeu apenas com um “sim, senhora!”.

Assim que despediu-se de seus colegas de trabalho, Rosa foi ao banheiro dos professores, retirou a farda e colocou uma blusa de botões que trouxe nesse dia. Sempre cuidadosa, ela nunca saia de casa fardada, para evitar que a farda se sujasse no meio do caminho. Entrou no carro e rumou para a tal avenida, para pegar Lisianto. Lá chegando, o jovem já a aguardava um pouco impaciente, pois chegara cedo e já estava a algum tempo em pé. Ele estava de bermuda jeans preta, tênis da mesma cor da bermuda e uma camisa polo azul-claro. Ela parou o carro e ele entrou. Ela perguntou se ele conhecia alguma rua deserta, onde eles pudessem parar e conversar mais à vontade. Lisianto falou que em frente a um cemitério que não ficava muito longe dali, havia uma rua deserta e um pouco escura, pois as árvores cobriam as luzes dos postes que ficavam ao redor.

Ela seguiu até esse cemitério, e assim que chegou, viu que Lisianto realmente falava a verdade: o lugar era repleto de amendoeiras e as árvores, além de grandes, cobriam a iluminação de quase toda a rua. Era um final de tarde e a noite já anunciava a sua chegada. Como a rua estava deserta, Rosa estacionou o carro na parte mais escura que encontrou, desligou o carro e ambos retiraram os cintos de segurança. Instintivamente ela pousou a mão na coxa de Lisianto e começou a conversar com ele, abrindo todo o jogo, dizendo que havia gostado muito da atitude dele, do bom papo e só não se permitiu ir além, porque era casada e nunca havia traído o marido, ao contrário da comadre que estava com ela.

Lisianto disse que viu a aliança nas mãos das duas, enquanto tentava convencer Narciso a ir até a mesa delas para curtir uma noite mais animada e diferente. Ele falou que ela era muito atraente para estar sendo incentivada pela comadre, a curtir aventuras fora do casamento. Ela falou no desgaste que seu casamento se encontrava e que pensou várias vezes antes de ter pensado em dar esse passo. Lisianto aproximou-se ainda mais de Rosa, e disse que foi bom ela ter sido sincera, pois era melhor ele estar fazendo algo consciente, do que começar a se envolver e descobrir isso bem depois. Foi aí que ela, não resistindo mais ao desejo, deixou-se aproximar ainda mais e beijaram-se ardentemente.

Rosa nem se lembrava mais do prazer que era ser beijada com desejo, tamanho era o desgosto que sentia pelo marido. Por isso que naquele momento ela estava se deixando levar pelas emoções adormecidas que agora despertavam a todo vapor. E para seu deleite, Lisianto não era um daqueles jovens inexperientes, pois ele sabia exatamente o que estava fazendo. As mãos dele eram nervosas, e já apalpavam os seios maduros e grandes dela. Ela sentia, depois de muito tempo, os bicos ficarem duros de excitação, e seu corpo todo esquentava. Ao sentir esse calor, sua boca e sua língua se tornaram ainda mais vorazes, fazendo Lisianto ficar excitado apenas com os beijos proibidos, que trocavam naquele momento.

Rosa já estava com a mão na coxa de Lisianto, quando tomada por um enorme desejo, resolve tocar o sexo do jovem rapaz. Assim que sua mão encontra aquilo o que procura, sentiu o meio de suas pernas esquentarem ainda mais, e ela sentiu sua calcinha ficando encharcada. Pela primeira vez em anos de casamento, ela havia despertado seu corpo para o desejo sexual, mais uma vez. Sua mão apalpava o sexo de Lisianto como quem está pesquisando e descobrindo algo extremamente novo. Ele, ao sentir que Rosa estava excitada com a situação, resolve enlouquecê-la ainda mais, abrindo a bermuda e exibindo o pênis para ela, que ficou ainda mais excitada ao vê-lo bastante duro, pois apesar de não ser grande, era bastante rijo e grosso.

Com o corpo já tremendo de tanta excitação e adrenalina, por estar cometendo um ato proibido para a sociedade, Rosa toca o pênis de Lisianto, segurando-o firme. E assim que sua pulsação se une à pulsação sexual do jovem rapaz, ela fecha os olhos, aperta as pernas e goza, sem nem tirar a roupa. O orgasmo faz a cabeça dela zunir e seu rosto inundar de suor. Lisianto, sem nem pensar duas vezes, a deixa se recompor, mas permanece com o pênis fora da bermuda. Rosa desabotoa a blusa, abre-a na frente de Lisianto, exibindo a fartura de carnes que são seus seios, e pede que o mesmo se masturbe dentro do carro, olhando pra ela. Obediente, ele começa uma particular, calma e tranquila sessão de masturbação para Rosa, cujos olhos brilhavam ao ver aquele jovem sentindo desejos por ela e satisfazendo-os ali em sua frente. E para deixá-lo ainda mais excitado, ela puxava o sutiã e exibia os mamilos duros de tanta excitação.

Lisianto avisa que vai gozar. Assustada e com receio de algum de seus filhos, ou o próprio marido perceber o cheiro de sexo dentro do carro, ela pega a blusa da farda e pede que ele goze nela, pois assim que chegar em casa, ela vai coloca-la para lavar. Ele então pega a blusa, cheira-a ara sentir o perfume de Rosa, cobre o pênis e começa a se masturbar com a mão por cima, segurando o mesmo com a camisa. Assim que goza, Rosa vê a mancha de esperma na farda, segura o pênis de Lisianto e ajuda-o a se limpar. Ela se recompõe, liga o carro, pergunta a Lisianto onde ele mora e dirige até próximo de sua residência. Assim que chega, ela para o carro e despedem-se sem se beijar, para não levantarem suspeitas. Ela então liga o carro e vai para casa.

Quando chegou em casa, Rosa pegou um perfume que estava dentro da bolsa e deu uma borrifada dentro do carro, para disfarçar o cheiro e entrou em casa, tentando ser o mais natural possível, falando com os filhos e o marido. Ela foi até o quarto, tirou a roupa do trabalho e vestiu outras mais confortáveis. Já mais tranquila, pegou as roupas que havia vestido naquele dia e levou-as até a área de serviço da casa, onde ficava a máquina de lavar. Assim que chegou, jogou as roupas todas dentro peça por peça. Quando ela foi colocar a blusa da farda, cheirou-a e sentiu o forte cheiro de sexo de Lisianto, o sexo que despertara nela os desejos que antes estavam adormecidos e congelados, por causa da estupidez de Antúrio. Nesse dia, Rosa havia descoberto o prazer raro eu apenas as mulheres insatisfeitas com seus matrimônios, porém audazes descobrem: o de ter um amante.

Dias depois, ela convidou Magnólia para almoçar. E enquanto as duas comiam, ela falou tudo o que tinha feito com Lisianto no fim de tarde passado. Magnólia abriu um sorriso de orelha a orelha, e disse que não importa se está começando ou se já tem um amante de anos de relacionamento: a mulher não pode levantar suspeita, nunca. Rosa ouvia tudo atentamente e quando deram por si, já estavam na hora de retornarem à escolinha, para o turno da tarde. No final do expediente, ela dirigiu até a casa dela, entrou e viu que ninguém estava em casa. Foi até a cozinha e achou um bilhete do marido dizendo que tinha ido ao shopping com os filhos, e que não iriam jantar em casa.

Sem pensar duas vezes, ela tirou a roupa e ficou apenas de calcinha e camiseta dentro de casa. Deitou-se na cama e ligou para o celular de Lisianto, que estava sozinho em casa, deitado no sofá sem fazer nada. Eles então começaram a conversar sobre ontem e entraram no assunto “sexo”. Rosa falou que aquela experiência a deixou bastante excitada, assim como estava naquele momento. E disse também que todas as vezes que fechava os olhos e imaginava Lisianto se masturbando para ela, ficava com a calcinha molhada. Lisianto disse que se masturbou muitas vezes depois daquele primeiro encontro, e disse que aquela conversa com Rosa estava deixando-o bastante excitado também. Ela, tomada pelo desejo, perguntou se ele podia se masturbar para ela enquanto conversavam.

O jovem rapaz sacou o pênis do short e começou a se masturbar para Rosa, falando muitas obscenidades. Ela, ouvindo os gemidos e a respiração ofegante dele, começou a acariciar-se por cima da calcinha e quando menos se espera, passou a se masturbar do outro lado da linha, junto com Lisianto. Enquanto se masturbava, ela fechava os olhos e imaginava aquele jovem penetrando-a, e na hora de gozar, tocando uma deliciosa punheta e banhando-a com aquele delicioso, quente e encorpado néctar dos deuses. Seus dedos entravam e saiam de dentro de sua vagina, quando ela escuta Lisianto dizendo que iria gozar. Assim que começa a ouvir os gemidos do jovem rapaz, ela não consegue aguentar a excitação e goza solitariamente, porém com uma forte expressão de alegria, em sua cama. A mesma cama que divide com o esposo há mais de vinte anos.

Não satisfeita, mas um pouco conformada, ela se despede de Lisianto entra no banheiro, toma um banho demorado, se arruma e prepara seu jantar solitário. Quando o marido e os filhos chegam, ela os recebe bem, mesmo com o marido praguejando contra ela, dizendo que ela deveria ter ido buscá-los de carro no shopping, evitando que ele pagasse o táxi. Seus filhos nem deram bola para o que o pai estava dizendo e mostraram a bolsa que compraram para a mãe, que abraçou-os e os beijou no rosto. Nessa noite ela foi obrigada a fazer sexo com o marido. Mas não sentiu nenhum nojo, pois enquanto o marido a penetrava, ela fechava os olhos e imaginava Lisianto, gozando baixinho para que o marido não escutasse.

Os dias se passam e o desejo por Lisianto só aumentava. Estava sem tempo livre para vê-lo, mas ligava para ele quando tinha oportunidade e pedia que ele se masturbasse para ela, coisa que ele atendia obedientemente. Mas ela não queria apenas ouvi-lo se masturbando: queria ser tomada como mulher por ele e senti-lo dentro dela despejando todo o néctar que ela tem direito. Essa oportunidade parecia nunca chegar, até que um dia sua comadre Magnólia a convida para irem ao shopping, para baterem pernas e conversarem. Rosa aceitou o convite, e sua comadre disse que dessa vez a carona ficava por conta dela.

Chegou o sábado e Rosa termina de se arrumar. Ela estava trajando uma calça legging preta Magnólia buzina na frente da casa dela. Ela entra, conversa um pouco com seu compadre e assim que os pormenores de Rosa já haviam sido terminados, despedem-se de Antúrio, entram no carro e saem. Magnólia dirige por alguns minutos e segue para uma direção diferente da do shopping. Rosa estranha, mas nada pronuncia. De repente, ela para e pede que a comadre vá para o banco de trás, pois ia dar carona para um “amigo”. Chateada, a comadre sai do banco da frente e passa para o de trás e aguarda. Minutos depois, eis que chegam Narciso e Lisianto. Ambos entram no carro de Magnólia, Narciso na frente e Lisianto atrás.

Sem entender o que se passava, Magnólia conta que Lisianto estava se queixando com seu amigo Narciso, por ele já estar saindo com ela, enquanto Rosa só ficava conversando com ele por telefone. Aí ela teve a ideia de todos irem juntos para um motel, para fazerem uma festinha juntos. Rosa se opôs e disse que só iria se cada casal ficasse em seu quarto. Ambos concordaram e Magnólia rumou para um motel que ficava num bairro distante de onde eles moravam, e que era bastante aconchegante. Lá chegando, pediram dois quartos. Magnólia estacionou um pouco distante, desceram e cada casal foi para o quarto determinado pelo número da chave.

Assim que Rosa entrou e Lisianto trancou a porta, ele a segura pelo braço, a joga na parede e a beija com fome, desejo e excitação. Rosa retribui os beijos de maneira ainda mais quente, pois já havia certo tempo em que esperava por aquela oportunidade. As mãos de ambos também estavam famintas. Enquanto se beijavam, se acariciavam e se apalpavam com força. Lisianto apalpava os seios e a bunda de Rosa, enquanto ela arranhava-lhe as costas e apertava o sexo quente e duro do rapaz. Ela então, como toda mulher madura que se preze, tirou a blusa na frente dele e abriu o sutiã, que era de renda semitransparente, com abertura frontal, exibindo um par de belas frutas maduras de bom tamanho.

Lisianto, ao ver aquelas maravilhas da natureza, não perdeu tempo: deitou Rosa na cama e caiu de boca, mamando cada um como um bebezão. Rosa gemia, mandando o jovem mamar ainda mais. Os mamilos dela eram bicudos, dando a impressão de seus seios parecerem duas grandes mamadeiras. Ela mordia os lábios, segurava com ternura a cabeça do jovem rapaz, afagava-lhe os cabelos e sua vulva parecia uma cachoeira, devido às mamadas que Lisianto dava, sugando cada mamilo com força, ora lambendo os mamilos dela, ora sugando-os.

Rosa resistiu sofregamente, tentando não gozar enquanto oferecia os seios à Lisianto. Só que ele parou de mamar e começou a descer a boca e direção ao seu sexo. Ele beijava e lambia com calma, olhando-a nos olhos, parando por alguns segundos em seu umbigo, que recebeu algumas linguadas antes de prosseguir com seu trajeto. Assim que chegou ao sexo dela, Lisianto começou a lambê-lo por cima da calcinha dela, como um cãozinho tarado. Rosa, não resistiu e gozou intensamente, tremendo o corpo inteiro. Ela ficou alguns segundos, parada, sem se mover e sem pronunciar nenhuma palavra. O jovem rapaz até pensou que ela havia passado mal. Mas ela ao se recompor, abriu um grande sorriso para Lisianto, e disse que há muito tempo não tinha um orgasmo tão intenso, quanto a que havia acabado de ter.

Ela, como uma loba faminta, retirou toda a lingerie, mostrando que apesar da idade ainda possuía um corpo bonito, jogou Lisianto na cama, arrancou toda a roupa dele e começou a beijar todo o seu corpo, segurando o pênis dele como quem acabou de caçar um animal com as mãos e não quer deixá-lo fugir. A boca experiente dela, ao chegar carinhosamente no meio das pernas do jovem rapaz, encheu-lhe o sexo de beijos e o abocanhou, sugando devagar, degustando com calma. Ele gemia baixo, sorrindo e elogiando a boca de Rosa, que era quente e bastante aveludada, tamanha era a experiência que ela possuía. E quanto mais elogios recebia, mais ela caprichava nas mamadas, ora lambendo e beijando todo o pênis de Lisianto, ora mamando com bastante maestria.

Quando ele já estava no auge de toda a sua excitação, quase gozando na boca de Rosa, ela para de sugar-lhe o pênis, posiciona-se, acomoda-o na entrada de sua vagina e senta nele bem devagar, sentindo cada centímetro entrando dento de si. Lisianto respira profundamente, enquanto Rosa senta em seu mastro, deliciosamente. Quando as coxas dela tocam as de Lisianto, ela começa um vagaroso vai e vem, mordendo o pênis do jovem rapaz com a vagina, tamanha era a fome de sexo que fora despertada em seu corpo, por causa daquele rapaz. Rosa fechava os olhos, gemia e mordia os lábios, tamanha excitação que se encontrava. A cada movimento, ela sentia um pequeno orgasmo acontecendo, devido aos anos sem sentir prazer, com o sexo mecânico e com obrigação que o marido lhe impunha.

Sem falar nada à Lisianto, ela já estava em seu segundo orgasmo. E quando chegou ao terceiro, não resistiu e caiu de lado na cama, toda suada, ofegante e tremendo, tamanha a intensidade e força com que havia satisfeito todo o tempo que passou sem transar de verdade. Lisianto ainda estava teso, com o pênis igual a um mastro de navio, apontado para cima, pois não tinha gozado nem a primeira ainda. Rosa, olhando para ele, virou-se e pediu que ele a sodomizasse, pois ela tinha quase certeza de que por trás ele gozaria rapidinho. Ele então se posicionou, encaixou o membro na traseira de Rosa e começou a meter devagar. Era apertadinho, mas recebia Lisianto sem muita resistência. Ele começou os movimentos de vai e vem, segurando Rosa pela cintura, enquanto ela se masturbava procurando mais um orgasmo. Ele, enquanto socava, viu que de fato ela não mentiu, pois algumas estocadas depois, ele estava despejando rios de esperma nas nádegas de Rosa, que ao sentir o néctar quente e grosso do jovem teve seu quarto orgasmo, de maneira intensa e satisfatória.

Rosa sai da cama e entra no banheiro, toma um banho e volta para ficar ainda u pouco mais com Lisianto. Eles ficam abraçados, trocando carícias e agendando o próximo encontro, quando o celular dela toca. Era Magnólia avisando que já estava no carro esperando por ela e pelo parceiro dela. Ambos terminam de se arrumar, saem do quarto, entram no carro e saem do motel. Rosa perguntou sobre o dinheiro do quarto, e Magnólia havia dito que já estava tudo acertado, e que depois se resolvia com Rosa. Elas deixaram os dois rapazes perto de onde moravam e pelo horário, ainda dava tempo delas tomarem uma dose de uísque, antes de retornarem para seus lares.

Rumaram para um barzinho próximo da casa de Rosa, e ficaram conversando sobre o que cada uma tinha feito dentro do quarto com os seus novos amantes. Elas contavam detalhes do que fizeram como se estivessem narrando uma situação comum do dia-a-dia. Rosa, que antes estava extremamente nervosa em relação ao fato de trair ou não o marido, contava para sua comadre os detalhes da transa que teve com Lisianto com um brilho no olhar, que ela não possuía antes de ter ficado nua na frente dele. Magnólia também gostou de Narciso, e após contar detalhes da transa que teve com o jovem, disse que iria ficar fixo com ele, pois era mais seguro do que ficar pulando sempre de parceiro. Rosa disse o mesmo, e as duas brindaram ao prazer que agora tinham pela infidelidade e pelo proibido.Elas então terminaram os uísques e voltaram para as suas vidas, cumprindo o que prometeram naquela noite, transformando os jovens rapazes em amantes fixos, sendo que Rosa saiu muitas outras vezes com Lisianto, fazendo em um ano com ele, loucuras na cama que nunca havia feito com o próprio marido.

Um dia, por ironia do destino o marido de Rosa se acidentou e faleceu. Um profundo pesar e uma culpa enorme caíram sobre a pessoa dela. Entrou em um processo de quase depressão. Passou mais de seis meses sem aparecer para Lisianto, ficando apenas conversando com ele por telefone. Às vezes faziam sexo virtual, mas o jovem cobrava dela uma presença real. Coisa que ela não podia dar no momento, pois com a morte do marido, ela ficou responsável por tudo dentro de casa, não tendo mais tempo para as puladas de cerca que dava, quando Antúrio era vivo.

Um ano se passou, e Rosa sentia-se pronta para retornar aos braços de Lisianto. Ligou para ele, animada e feliz da vida, pois sentia dentro dela que já era hora de tirar o atraso e matar a saudade de seu jovem amante. Ela pegou ele perto de sua casa e foram direto para o motel. Ela passou uma tarde inteira com ele, transando e gozando o máximo que pode. Ao final, Rosa perguntou como andava a vida de Lisianto, os estudos, a família e entrou no assunto relacionamento. Lisianto disse a ela que estava namorando, e que o namoro não impedia que eles continuassem saindo. Rosa deu um sorrisinho, olhou para o relógio e disse que estava atrasadíssima para um compromisso ainda naquela noite. Ela pagou as horas que passou com Lisianto, saiu do motel e dirigiu até perto de onde ele morava.

Enquanto dirigia até sua casa, Rosa pegou o celular, entrou na agenda e procurou o nome de Lisianto. Encontrando, apagou o nome dele, assim como também apagou todas as suas mensagens. Quando chegou em sua casa, tomou um super banho, vestiu uma roupa confortável e começou a assumir seu papel de viúva, cuidando dos filhos e assumindo todas as responsabilidades que eram do falecido marido. Desse dia em diante ela nunca mais procurou Lisianto e nunca mais quis saber dele: ela era orgulhosa demais para ser a outra.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A VELHA SAFADA.

Chamava-se Eduarda Maria Bonfim dos Santos. Mas entre os amigos, colegas de trabalho e demais pessoas do seu convívio era conhecida como Dona Duda. Mulher madura, chegando à melhor idade, com seus quase 52 anos, a mesma não aparentava ter a idade que realmente possuía. Seus hábitos alimentares, sua atividade física regular, suas aulas de dança e sua vaidade, faziam as pessoas pensarem que a jovem senhora possuía uma idade aproximada entre 38 e 42 anos.

O que ajudava Dona Duda a esconder mais ainda a sua idade real, era a sua fisionomia: cintura fina, coxas grossas, seios médios, que eram grandes até a sua juventude. Mas que por causa de um problema na coluna, tiveram que ser reduzidos. Sem contar o volumoso cabelo abaixo dos ombros, sempre tingido de vermelho, que só mudou de cor após o falecimento de seu digníssimo marido, o tenente do exército Josué Souza dos Santos, pois o mesmo adorava que ela mantivesse os cabelos na sua cor natural, pretos, porque combinavam com seus olhos castanhos cor-de-mel. “Que Deus o tenha em um bom lugar”, dizia sempre para a sua cabelereira Matilde, sempre que ia ao seu salão de beleza retocar o tingimento.

Dona Duda morava sozinha em um belo apartamento, cujo condomínio fica localizado próximo a uma praça recém-construída no bairro Jardins. Seus passatempos após a aposentadoria, e depois que os seus dois únicos filhos, casaram, saíram de casa e foram morar fora do Estado, é passar as tardes, sentada nas praças da capital, sair para ir dançar na Seresta do Baiano às sextas, ou no “Beer House” aos sábados e frequentar os cinemas dos shoppings aos domingos, feriados, e na época em que acontece a Prévia carnavalesca da capital, pois os cinemas sempre dão promoção para aqueles que não curtem o barulho dos trios-elétricos. Duda não negava a ninguém que era sem dúvida, uma cinéfila assumida.

Mas o que esses passeios frequentes e essas idas ao cinema escondiam, era um estranho desejo sexual que adquiriu ainda na adolescência: o de sempre fazer sexo, e outros tipos de fornicações, na penumbra ou no escuro. Esse desejo surgiu quando ela possuía apenas dezesseis anos. Nessa idade, quando era conhecida apenas pelo apelido de Duda, Dona Duda perdeu sua virgindade com seu primeiro namorado (um garoto de apenas doze anos), em um quarto escuro que ficava no fundo do sítio onde moravam os avós paternos. Naquela ocasião, ela gemia e se contorcia de prazer, imaginando que o namorado era ninguém mais, ninguém menos do que o famoso cantor Erasmo Carlos. E desse dia em diante, e até mesmo após o falecimento de seu marido, que ela só sente sua alma dominada pelo desejo de fornicação, no escuro total ou parcial. E sempre que isso acontece, ela fica em suas relações amorosas imaginando que seu parceiro é algum cantor ou ator famoso.

Outra de suas predileções sexuais são homens mais novos do que ela, ou adolescentes. Com exceção do seu falecido marido, quer era apenas cinco anos mais novo do que ela, todos os garotos que ela leva para comer em seu apartamento tinham uma diferença de idade extremamente considerável. A jovem, e pervertida senhora, adorava manter relações com garotos que possuíam uma idade aproximada entre quinze e dezoito anos, mas sempre no escuro ou na penumbra. Seus irmãos e irmãs cresceram sem saber que seus filhos, os sobrinhos de Dona Duda, todos eles foram iniciados sexualmente por ela quando os mesmos entravam na adolescência. Isso sem contar que ela não repetia seus jovens parceiros. Nenhum sobrinho ou garoto que ela conhecia, frequentava seu apartamento mais de uma vez, com exceção dos cinemas onde ela não ligava se o garoto que estava na poltrona do lado já havia conhecido seu apartamento ou a havia conhecido em alguma praça da capital.

Como era uma mulher experiente e bem sedutora, seus métodos eram bastante diferenciados. Mas o sucesso em suas conquistas era sempre certeiro. Nas praças onde ficava sentada passando as tardes, gostava de usar belos e chamativos decotes, saias de tecidos leves, que geralmente possuía uma ou duas lascas laterais, que exibiam de maneira bastante sedutora suas brancas, belas e torneadas coxas para os garotos que por ali passavam, se preocupando apenas em manter uma postura séria e despreocupada, como quem está apenas descansando ou simplesmente passando o tempo. Outras vezes comprava um picolé e ficava dando lambidas e chupadas insinuadas, atiçando o desejo sexual dos adolescentes e jovens que estavam com os amigos ou colegas de escola, passando o tempo ou simplesmente matando aula.

Quando conseguia atrair a atenção de algum adolescente, convidava-o a sentar-se ao seu lado, conversava com ele por alguns minutos e depois convencia o jovem a entrar no carro dela (um ômega último tipo, deixado para ela pelo seu falecido marido) e ia com ele até seu apartamento. Lá chegando, conduzia o jovem até um quarto escuro, iluminado apenas pela luz de abajures, sentava junto com ele na cama, beijavam-se ardentemente com a promessa de que “a tia vai ensinar você a ser um homenzinho mais experiente”. E enquanto roçavam línguas, ela permitia que ele a tocasse e a acariciasse.

Reciprocamente, ela acariciava o membro duro e rijo do garoto, e quando o mesmo já estava explodindo de excitação dentro de suas cuecas, ela sacava-o e praticava sexo oral até que o mesmo esporrasse tudo em sua boca. Dona Duda então degustava cada gota quente que o garoto expelia em sua garganta, como se fosse um manjar dos deuses. Depois disso recompunha-se, dispensava o garoto e colocava em seu bolso, uma ou duas notas de vinte reais. Mas esse valor dependia do tempo que o garoto demorasse a gozar, e também da quantidade de esperma que ele ejaculasse. Algumas vezes, chegava até a dar uma nota de cinquenta reais para alguns adolescentes mais tarados.

Já nos cinemas, a sacanagem era de graça. Dona Duda marcava seus encontros pela internet, através de salas de bate-papo virtuais. Quando chegava os fins-de-semana, se arrumava e ia para os cinemas dos dois shoppings (ela sempre marcava nos dois cinemas, no mesmo dia, só que em horários diferentes), assistir filmes “cults”. Ela tinha essa preferência porque essas sessões nunca lotavam, e lá dentro das salas do cinema era que se encontrava com os jovens cujo encontro fora marcado dias antes. E o procedimento era sempre o mesmo: sentava-se nua poltrona do meio, ou alguma poltrona da frente, por essas refletirem pouca luz dos projetores, e esperava pacientemente que o jovem sentasse ao seu lado.

Sempre que acontecia, ela, sem pronunciar nenhuma ou quase nenhuma palavra, ficava esperando que o jovem sacasse o pênis para fora da calça ou da bermuda. Isso se contar que quando ela se interessava pelo jovem rapaz que marcava seus encontros nos cinemas, ela mesma acariciava o pênis do jovem, até que o mesmo fique bastante duro e rio dentro e suas calças, forçando-o a colocá-lo para fora. Lentamente ela começa uma gostosa e deliciosa masturbação, sentindo cada centímetro do pênis do jovem crescendo em suas mãos.

Assim que os membros dos jovens chegavam ao ponto de empedramento, Dona Duda, de uma maneira silenciosa e calma, que só as mulheres dessa idade possuem, começa a masturba-lo com um pouco mais de força, até que o jovem comece a despejar jatos e mais jatos de esperma nas poltronas do cinema, de uma a duas vezes, dependendo da disposição do garoto. Após o ato, ela se recompõe se levanta da poltrona dizendo que vai ao banheiro se limpar, e calmamente sai do cinema, se nem mesmo prestar atenção no filme, saindo dos shoppings, adentrando em seu ômega e migrando para o seu apartamento, onde termina suas noites de sábado e domingo, deitada em sua cama, bebendo calmamente uma bela taça de vinho merlot, ouvindo músicas de Amado Batista ou de Roberto e Erasmo Carlos e masturbando-se com um vibrador de 16cm, que fora presente de amigo secreto, dado por uma amiga que também partilha das mesmas preferências sexuais por adolescentes. E na solidão da sua imensa cama redonda, ela goza com seu vibro, imaginando o dia em que um daqueles jovens que ela masturba ou chupa irá penetrá-la com vontade, inundando-a nos dois orifícios com esperma quente, grosso e jovial.

Ao encerrar suas solitárias sessões de masturbação, dona Duda adormece e sonha com o dia em que irá encontrar o seu príncipe-encantado-jovenzinho, que não terá vergonha ou nojo de penetrá-la pela idade que possui, e quando o encontrar, fará dele seu amante fixo, dando a ele todos os luxos e requintes que um amante jovem merece, para que ela cesse de vez essa busca constante pelo prazer jovial. Busca essa que dura mais de dez anos, desde que seu falecido marido havia deixado essa vida para ir para uma ainda melhor. Mas os jovens que ela desejava eram cheios de tabus e só queriam com ela uma aventura, ou tinham nojo de mulheres com mais de quarenta. Os homens que apareciam querendo compromisso já possuíam mais de vinte e cinco ou trinta anos, e ela já não tinha mais nenhum interesse por homens dessas idades. E eles não entendiam que ela não quer se relacionar com homens, ela quer se relacionar apenas com adolescentes. E enquanto o seu jovem amante fixo não aparece, ela passa seus dias curtindo e aproveitando a casualidade que o sexo jovem proporciona. Pois todos os garotos que se aproximavam dela, se chegavam apenas pela busca de obter experiência sexual com uma mulher mais velha, mas nunca passava disso.

Meses depois, estava na Praça Princesa Isabel, que fica em frente ao cemitério que leva o mesmo nome, um grupo de estudantes de várias escolas diferentes. Tinham alunos do colégio Governador Valadares, do Dennis Marshall e do Lourival Fontes. Pelo local que estavam, dava para perceber que eles eram típicos roqueiros dos anos 90: bem-alimentados jovens na faixa etária entre catorze a dezesseis anos, fãs de Legião Urbana, Engenheiros do Hawaii, Mamonas Assassinas e algumas bandas internacionais, como Metallica, Iron Maiden e Pink Floyd. Esses jovens estavam discutindo nessa tarde, sobre as músicas do Renato Russo, buscando dar a melhor interpretação possível para o significado de suas letras, quando vagarosamente ao longe para um ômega prateado, com vidro fumê se aproximou. De dentro dele saiu uma mulher bastante elegante, trajando uma saia vermelha de tecido leve, sapatilhas da mesma cor da saia, blusa preta com um grande decote em “V” bem provocante, maquiagem cabelos ruivos bem arrumados, de um vermelho-sangue inconfundível, e um olhar sensual, arrasador de corações: era Dona Duda à procura de mais um adolescente para saciar suas taras e seus desejos carnais mais luxuriosos.

Ela caminhou vagarosamente e sentou-se num banco próximo ao que os meninos estavam reunidos, cruzou as pernas, deixando á mostra uma boa parte das grossas coxas, abriu um livreto que trazia consigo chamado “o pensamento vivo de Freud” e ficou, ora lendo, ora observando os garotos discutindo sobre as músicas de Renato Russo, insinuando-se de vez em quando, no intuito de chamar a atenção de algum deles, mas sem sucesso, pois todos estavam concentrados, tentando se destacar como o melhor intérprete das letras da Legião Urbana. Até que de repente um desses garotos, que aparentava mais ou menos quinze anos, pele branca, cabelos castanho-claros, olhos verdes e um pouco robusto, percebeu que a mulher sentada próximo deles estava prestando atenção na conversa. E assim que conseguiu fisgar a atenção do adolescente, Dona Duda começou a se insinuar de maneira discreta e provocante para ele, convidando-o a se sentar ao lado dela.

Tomado por uma enorme curiosidade, e como se as insinuações daquela mulher tivessem despertado nele todos os hormônios existentes em seu corpo, o adolescente deu uma desculpa para se afastar do grupo e foi até a mulher que estava no banco quase ao lado do deles, que apesar de afastado, não ficava tão longe.

- Olá jovem. Chamo-me Eduarda, e você?
- Meu nome é Leonel. Muito prazer.
- Leonel, eu estou com uma dúvida e acho que você pode me ajudar: onde fica a Igreja de Santo Antônio?

No mesmo instante em que ouviu isso, o adolescente deu uma enorme gargalhada e perguntou se ela era por acaso alguma turista, ou morava na Zona Sul da cidade. Ela disse sim à segunda pergunta, e disse também que estava de carro perguntando se ele poderia levá-la para a Igreja, para que a mesma pudesse tirar algumas fotos, prometendo deixá-lo em casa, onde quer que ele more.

Mesmo um pouco desconfiado, ele topou ajudar aquela educada senhora, e os dois saíram da praça para dentro do ômega prateado. Assim que entraram, Dona Duda abriu a bolsa e começou a revirá-la, procurando a tal câmera fotográfica. Não a achando, perguntou ao garoto se ele não se incomodaria de acompanhá-la até sua casa, para ela pegar a câmera. O garoto ficou alguns segundos pensando se ia ou não com ela, pois nunca a tinha visto mais gorda na vida, e sempre aprendeu que não se deve aceitar nada de estranhos. Para ajudá-lo na sua decisão, Dona Duda apertou sua coxa esquerda, fazendo o adolescente suspirar e ficar enormemente excitado. Ela falou ainda, que daria uma boa gorjeta se ele fosse cavalheiro o suficiente para aceitar o convite. Após o sim do garoto, Duda ligou o carro e os dois saíram de lá da Praça Princesa Isabel, sentido zona sul.

Ao chegarem ao prédio onde Dona Duda morava. Discretamente eles saíram do carro, cruzaram o estacionamento e entraram no elevador. Ela pede então que ele aperte o botão do oitavo andar. Apertado o botão, o elevador sobe sem que nenhum outro morador o solicite. Quando chegaram no oitavo andar, entraram à esquerda do elevador, com Dona Duda na frente e o jovem seguindo-a logo atrás, e caminharam pelo corredor, cujas lâmpadas se acenderam automaticamente. Ao chegarem no apartamento 845, pararam e Dona Duda olha para o garoto, dá um leve sorriso e pisca o olho, que entendeu muito bem o recado sobre quais eram as verdadeiras intenções daquela velha safada. Um turbilhão de dúvidas pairava no ar. O garoto não sabia até onde essa aventura ia chegar. Porém o impulso sexual falava mais alto do que o seu discernimento entre aquilo o que é certo ou errado.

Quando entraram, Dona Duda acendeu a luz do apartamento, o adolescente ficou extremamente admirado com o tamanho e com o luxo do lugar, pois dando uma rápida olhada pelo ambiente, ele viu que o apartamento tinha quase o dobro do tamanho da sua casa. Dona Duda pergunta então se ele havia gostado do que estava vendo. O jovem disse que sim, e ainda elogiou bastante todo aquele luxo. Dona Duda falou que a câmera estava no quarto e que não iria demorar. E falou também que o adolescente podia ficar à vontade para beber um refrigerante no bar do apartamento, que ficava ao lado da sala-de-estar. O adolescente se dirigiu ao frigobar e ao invés de pegar um refrigerante, pegou uma garrafa de Country Wine, que já estava aberta e faltavam-lhe umas duas taças. Ele também pegou uma das taças que estavam penduradas acima do balcão do frigobar, sentou-se no sofá e começou a bebericar enquanto esperava pela jovem senhora.

Já nos primeiros goles, ele começou a analisar cada parte da decoração da sala, e se focou nos quadros que estavam na mesinha do telefone. Em um deles estava um homem de mais ou menos uns 40 anos, trajando uma vestimenta militar que indicava ser do exército, e ao lado, outro quadro de Dona Duda, bem vestida e fazendo um olhar provocante. Dava para ver que a foto dela fora feita em um estúdio fotográfico, pois o fundo era bem iluminado e possuía vários tons de cinza.

O adolescente secou o primeiro copo, e quando estava na metade do segundo, Dona Duda reapareceu na sala. Só que não com as mesmas roupas que estava vestida. Ela trajava um roupão de seda vermelho, amarrado na cintura com uma fita preta; tinha colocado um perfume que lembrava muito o cheiro de chocolate e estava usando sapatos de salto alto pretos. O garoto tomou um susto ao ver aquela mulher cinquentona usando aqueles trajes íntimos. Mas mesmo assustado, dentro dele surgia um desejo incontrolável pelo desconhecido e por tudo aquilo o que estava acontecendo. Era como se aquela situação inesperada o atraísse cada vez mais, como um poderoso ímã instintivo.

Dona Duda estranhou o fato dele não ter se assustado como faziam os outros garotos, e perguntou ao jovem:

- Não está espantado em me ver nesses trajes mínimos e com essa lingerie?

Mas dava pra ver pela cara de espanto de Leonel, que ele realmente havia se assustado ao ver uma mulher daquela idade, trajando uma roupa tão provocante. Porém, o que ela não sabia, era que o jovem sentia uma forte atração pelo desconhecido, pelo medo do ridículo, pelo revidar de uma ofensa ou perdoá-la, pelo “sim” que é “sim” e pelo “não” que é “não”, sem rodeios. E apesar do arrepio na espinha e pela tremedeira nas pernas, ele estava decidido a ir até o final com toda aquela situação em si:

- Não estou espantado. Estou mesmo bastante animado – falou o jovem adolescente, tentando esboçar um sorriso em meio a todo aquele nervosismo.

Dona Duda foi então até ele, tomou-o pela mão e conduziu-o até seu quarto. E que quarto! Piso de mármore branco, paredes da mesma cor, uma cama box super king (nem todos possuíam uma cama dessas nessa época, pois eram muito caras e só eram vendidas fora do Estado) ao centro, forrada com lençóis de variados tons de vermelho, um closet do lado esquerdo, um banheiro do lado direito e dois abajures com luzes vermelhas em cada lado da cabeceira da cama, dando ao quarto um ambiente muito agradável. Ao entrar, o jovem sentiu também um odor perfumado, que logo reconheceu como alfazema, mas não o perfume: era um odor abafado de incenso com odor de alfazema. E isso associado às luzes dos abajures, dava um clima sexual bastante convidativo para quem adentrasse naquele cômodo.

Sentaram-se na cama e ficaram se entreolhando por alguns segundos, um adolescente de quinze anos, e uma mulher feita, de cinquenta e dois. Então sem questionar nada, Dona Duda começa aos poucos a despir o garoto, que já nem se movia, de tão hipnotizado que se encontrava. Primeiro retirando-lhe a camiseta, depois os tênis, as meias e a calça, deixando-o apenas de cueca. Ela, para não fazer por menos, tirou o roupão e exibiu uma lingerie preta de cintas-ligas, que destacava seu sarado corpo alvo, com todas as suas formas bastante delineadas, fruto das aulas de academia e das danças de salão.

Dona Duda sentou com o adolescente na cama e começou a acariciar lhe o rosto, sempre com um olhar de tigresa pronta para atacar, bastante malicioso. Ela passa a mão em seu peito e pergunta:

- E então Leonel: está gostando disso tudo?

O jovem segura a mão da jovem senhora, leva-a até o meio de suas pernas e fala:

- Isso responde a sua pergunta?

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