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quinta-feira, 21 de maio de 2015

A CAÇADORA DE PIPAS

Após a nova chefa do Cartório, assinar um plano de telefonia celular para ele e para os funcionários, os mesmos ganharam de brinde durante três anos, uma ilimitada quantidade de mensagens de celular, que podiam enviar para qualquer número, tanto da operadora, quanto de outras que tivessem o aplicativo Whatzzap. Isso fez com que Lobato transformasse o aparelho celular que recebeu grátis da operadora, numa sala de bate-papo portátil. Ele conversava com os colegas de trabalho durante o expediente, e com os amigos quando estava em casa, na faculdade ou na rua. E pagando um preço bastante acessível por mês, apenas pelas ligações, pois as mensagens eram grátis.

Quando chegavam as datas festivas, ele criava uma mensagem de felicitações e enviava para todas as pessoas da lista de contatos do seu aplicativo. Era sempre assim durante as festas de final de ano, Páscoa, Dia das mães, Dia dos Pais e até mesmo no Dia das Crianças. Só que em uma dessas, aconteceu algo imprevisto que ficou para sempre em suas lembranças.

Era época de Carnaval, e nesse ano ele iria ficar em casa, sem pensar em viajar para lugar nenhum, pois estava economizando dinheiro para comprar seu primeiro automóvel. Apesar dos convites, ele não cedeu à tentação e realmente ficou dentro de casa, faxinando e às vezes relendo os livros da estante. Apesar de ter um computador com internet dentro de casa, ele não tinha muita paciência para sentar e ficar conversando em redes sociais. Além do mais, os amigos certamente iriam postar as fotos dos lugares onde estavam passando o Carnaval, para aumentar ainda mais vontade de estar nesses lugares festivos.

Foi aí então que ele resolveu, além das leituras, baixar um monte de filmes pela internet. Uma quantidade suficiente para que ele passasse os quatro dias de Carnaval, lendo e assistindo filmes. Enquanto os filmes estavam baixando, ele estava vendo TV. De repente, ele resolve enviar uma mensagem de Carnaval para os amigos de sua lista de contatos. Ele pensa em uma marchinha de Carnaval e escolhe uma do Silvio Santos. No final, a mensagem ficou assim:

“'A pipa do vovô não sobe mais. A pipa do vovô não sobe mais. Apesar de fazer muita força, o vovô foi passado pra trás’! Aproveite o Carnaval. :-D Lobato”.

Assim que todos os contatos de seu celular receberam a mensagem, algumas pessoas foram respondendo de volta, com palavras de felicitações, risadas, mensagens de “Bom Carnaval”, etc. Foram umas dezoito mensagens de volta ao todo.

Só que entre essas mensagens, uma chamou bastante atenção. Foi a de uma senhora que mora no mesmo bairro que ele, que o mesmo a ajudou a resolver umas papeladas no cartório, referentes à venda de dois terrenos. Ela se chama Ester, tem sessenta e dois anos, pele branca, olhos e cabelos pretos, corpo sarado por causa da academia. Dona Ester, como é conhecida no bairro, é uma senhora aposentada bastante ativa, pois quando não está fazendo caminhadas pelo calçadão do bairro 13 de Julho, está fazendo aeróbica em uma das academias do bairro. Por isso é bastante comum encontrá-la fazendo compras, usando suas inseparáveis calças legging.

Assim que recebeu a mensagem de Lobato, a mesma retornou rapidamente para ele, com uma mensagem que o deixou, além de alerta, bastante desconcertado:

“Verdade. Por isso que eu prefiro empinar pipas mais jovens: sobem muito mais rápido e demoram a descer. Ester. ;-)”

Lobato achou estranho ter recebido uma mensagem desse tipo, pois conhecia dona Ester pelas vezes que ela foi ao cartório, e também pelos encontros casuais entre eles, que aconteciam no bairro onde moravam, no supermercado, na rua ou aos domingos na Igreja. Dona Ester, apesar de ser uma desportista nata e uma pessoa pacata, sempre fora uma senhora muito recatada, dessas que ninguém suspeitaria de ter um comportamento desses. Ele pensou até que fosse um trote, que alguma filha dela estivesse se passando pela mesma. Mas lembrou-se de que ela mora com uma irmã mais velha. Então pensou na possibilidade de ser uma sobrinha, e resolveu ir mais além, retornando a mensagem recebida:

“Hum... Tem tempo que ninguém dá uma empinada na minha pipa. Nem sei mais o que é isso. Lobato. :-)”

Esperou a resposta e nada. Olhou para o celular várias vezes: sem resposta. Começou então a assistir os filmes que baixou pela internet. Ele pensou realmente na possibilidade de ser um trote. De ser alguma sobrinha ou amiga de dona Ester, brincando com o celular dela. Só que para surpresa do mesmo, mais uma mensagem dela chega. Só que dessa vez, um pouco maior:

“Desculpe a demora. Estava ajudando minha irmã com as malas. Pois ela foi visitar uns parentes nossos no carnaval desse ano. Vou ficar sozinha durante esses quatro dias. Venha aqui na minha casa amanhã, pra eu dar uma empinada na sua pipa, Ester. :-p”

A mensagem fez com que Lobato acendesse de cima a baixo, pois aquele comportamento dela para com ele mexeu com todo o seu corpo, fazendo-o ficar numa excitação descontrolada. Sua mente fervilhava de imagens da dona Ester. Lobato ficou relembrando a primeira vez que ela entrou no cartório e foi reconhecido pela mesma como vizinho de bairro, se tornando a principal referência dela quando ela precisou resolver a venda de uns terrenos da família. Ele tinha o número dela e ela o dele, pois até os documentos ficarem prontos a tempo, dona Ester não deu sossego ao jovem rapaz. A relação deles era totalmente casual, sem intimidades. E foi isso o que deixou Lobato sem ação, diante das mensagens recebidas.

Mas enquanto pensava sobre essas questões filosóficas, outra mensagem de dona Ester, chega a seu celular:

“Você tem algum problema com idade? Assustou-se com o fato de eu ter mais de 55? Ester. :-(“

Rapidamente Lobato respondeu:

“Problema algum. As mais experientes são as melhores. *_* Lobato.”

Dona Ester retorna a mensagem de Lobato, como que instantaneamente:

“Passe aqui amanhã pela tarde umas 15 horas. Agora venha para passar a tarde inteira. Pois os vizinhos aqui na avenida são muito fofoqueiros. Venha de bermuda sem cueca, para facilitar a empinada. Ester. ;-)”

No outro dia, Lobato acordou afoito, pois ia ver se aquelas mensagens era mesmo verdade. Após o almoço, ele deu um trato no visual, vestindo uma camisa de botão havaiana, dessas floridas, uma bermuda branca, tênis all-star branco e, como fora pedido por dona Ester, não colocou cueca. Dois blocos de Carnaval de rua disputavam espaço nas ruas do bairro. Lobato resolve colocar um colar de flores de plástico, desses que se usam em fantasias de havaiano. O visual dele ficou carnavalesco o suficiente para passar despercebido pelos blocos de Carnaval de rua, pelos foliões e daria para chegar à casa de dona Ester, sem levantar suspeitas.

Para ficar ainda mais discreto, ele colocou óculos escuros e saiu de casa. A distância entre a casa dele e a de dona Ester era de quinze minutos a pé. Assim que saiu, ele foi passando pelos foliões, dando a desculpa de que estava fantasiado de turista estrangeiro. E indo no ritmo das bandas de fanfarra, ele chegou na Avenida onde dona Ester morava. A Avenida estava cheia de gente, pois coincidentemente, os dois blocos de rua estavam passando na mesma: um subindo e outro descendo. Dona Ester estava na porta da casa dela, curtindo os blocos de rua que estavam passando.

Assim que chegou perto dela, todas as dúvidas que ele tinha sobre ser uma amiga, ou sobrinha cessaram. Era ela mesma quem estava mandando as mensagens para Lobato, noite passada. Ela estava usando uma blusa de seda verde, abotoada de cima a baixo e calça legging preta. Eles então se cumprimentaram, ficaram vendo os blocos carnavalescos passando por uns minutos, aproveitaram a oportunidade em que todos estavam distraídos e entraram, ele na frente e ela atrás.

Quando passaram da porta de entrada, dona Ester fechou a mesma, e ela abraçou Lobato por trás, dando uma alisada no meio das pernas do rapaz, para ver se ele realmente tinha atendido às exigências da sessentona. Lobato se assustou com a pegada que ela deu, pois não estava acostumado com mulheres bem mais velhas que ele. Mas estava no Carnaval, e nessa época do ano, tudo é lucro. Eles sentam no sofá e começam a conversar sobre as mensagens. Ela, sem cerimônias, fica acariciando a perna de Lobato, de vez em quando subindo a mão até o meio de suas pernas, dando uma peada em seu pênis por cima da bermuda, deixando-o ainda mais excitado do que já estava.

Ficaram se olhando, trocando selinhos e conversando sacanagens, quando dona Ester enfia a mão dentro da bermuda de Lobato. Ela sentiu o pênis enrijecido e duro do rapaz. Mas também sentiu algo que a incomodava: pelos pubianos. Ester levantou-se e, arrastando Lobato pelo pênis, levou-o até o banheiro. Lá ela abaixou a bermuda dele e admirou-se quando o pênis extremamente duro dele pulou na sua frente. Ela deu uma segurada, pegou um gel depilador e começou a passar nos pelos pubianos do rapaz. Esperou um minuto, pegou papel higiênico e começou a remover o gel depilador, junto com os pelos de Lobato. A região pubiana e os pelos do saco ficaram depilados, igual a um garoto. Ela tirou a bermuda de Lobato, segurou no pênis dele, saiu arrastando-o de volta para a sala e levou-o de volta para o sofá.

Ela então joga Lobato no sofá de pernas abertas, pega um creme hidratante, passa nas mãos, se abaixa no meio das pernas dele olhando-o nos olhos, segura em seu pênis com a mão direita, acaricia os testículos dele com a esquerda, e começa a masturbá-lo. Ele apoia os braços no sofá e relaxa, curtindo a punheta que estava recebendo de dona Ester. Ela, feliz da vida, estava adorando mais ainda, pois não era todo dia que um homem mais novo e viril, caia na sua rede. Tanto que ela masturbava Lobato com muito carinho, cuidado e cumplicidade.

De vez em quando, ela parava de masturbá-lo e dava uma chupada na glande do pênis dele, fazendo o rapaz urrar de excitação. E ele não urrava baixo, pois lá fora da casa de dona Ester, o barulho dos foliões e das bandas de fanfarra cobriam toda a sacanagem que rolava lá dentro. Isso era bom, pois ele podia falar a sacanagem que fosse, que ninguém lá fora escutava.

Dona Ester também estava bastante excitada com aquela situação, pois só o fato de ter aquele jovem de pênis enrijecido ali no sofá de sua sala à sua disposição. Tinha tempo que ela não trazia alguém para comer em casa, e estava disposta a seduzir aquele jovem, a fim de transformá-lo em seu amigo de sexo particular. Por isso o que ela mais queria era proporcionar para ele, a melhor excitação que ela pudesse oferecer. Tanto que enquanto masturbava-o, ela segurou a glande do pênis de Lobato com a boca, enquanto desabotoava a blusa, exibindo os pequenos e bicudos seios, que apesar da idade, ainda eram um pouco firmes devido à academia cinco vezes por semana.

Ela, olhando o jovem rapaz nos olhos e sorrindo, encosta o pênis de Lobato no meio dos seios enquanto o masturba, aumentando ainda mais a excitação dele. O colo dela fica melado, por causa da baba que sai do pênis de Lobato, e ele não aguenta mais e esporra em cima de dona Ester, que sorri ao receber os jatos quentes do esperma do rapaz.

Ela se recompõe, fecha a blusa, mesmo com o corpo sujo de esperma e senta-se ao lado de Lobato. Ficam em silêncio por alguns segundos e ela resolve dispensá-lo por esse dia. Ele veste a bermuda e a mesma o conduz até o portão de entrada da casa dela. Só que antes dele ir embora, ela enfia a mão no bolso da bermuda dele e coloca cinquenta reais. Quando ele pega o dinheiro e vê quanto é, ele devolve para dona Ester, dizendo que não poderia aceitar. Ela fala que já é aposentada, ganha bem e isso o que ela deu pra ele não é nada, se comparado com o que ele vai ganhar se vier todos os dias de Carnaval na casa dela.

Ele resolve aceitar o dinheiro e vai para casa, tomar um banho e relaxar, pensando naquela loucura toda que vivenciou naquela tarde. Mal ele deita no sofá da sala, uma mensagem da dona Ester chega a seu celular:

“Adorei ter passado a tarde, brincando com sua pipa. Ela subiu rapidinho, e me surpreendeu. Ester ;-D”

Lobato, assim que terminou de ler, respondeu imediatamente:

“Também gostei de ter ido à sua casa, curtir uma tarde diferente. Só não gostei desse negócio de te recebido dinheiro. Lobato. :–|”

Segundos depois de ter enviado a mensagem, dona Ester retorna para ele, explicando o porquê da gorjeta:

“Sou aposentada, não sou casada, moro com minha irmã, dividimos as despesas e o que sobra, dá para fazer uns agrados. E amanhã, quando você vier aqui de novo, a gorjeta vai ser maior. Ester. :-D”

Lobato, ao terminar de ler a mensagem fica pensativo por uns minutos, refletindo sobre aquelas palavras. Ele nunca fez sexo por dinheiro e nem ao menos se interessou por mulheres muito maduras, apesar de apreciar MILF’S. Mas não estava acostumado com mulheres acima de cinquenta, e retorna:

“Posso ir aí de novo, pela aventura e também porque é Carnaval. Mas vou dispensar as gorjetas, pois não sou garoto de programa. Só pela aventura, certo? Lobato. :-|”

Assim que enviou a mensagem, mais uma vez a resposta demorou a chegar. Ele espera por quase vinte minutos deitado na sala. Então resolve ir pra cama dormir. Quando já estava deitado, se deixando embalar pelo sono, a mensagem de dona Ester chega a seu celular. Dessa vez, maior e mais explicativa:

“Não veja isso como uma prostituição. Encare como uma prestação de serviços. Posso até preencher um recibo, se assim você desejar. Você pode achar estranho no começo, por eu ter mais de 55. Mas depois que acostumar você só vai precisar de duas coisas: relaxar e gozar. E outra: adoro carícias nos seios. *_* Ester. ;-D”

Nessa noite ele dormiu com a cabeça mergulhada no dia que se passou e na última mensagem que recebeu de dona Ester.

No outro dia, o segundo de Carnaval, Lobato acorda cedo para o horário em que ele está acostumado a levantar: nove horas da manhã. Levanta-se, prepara um café, liga a televisão e fica pulando os canais, vendo o que anda rolando de interessante nos Carnavais do interior e dos outros Estados. Mas esse pular de canais era apenas um pretexto para ficar refletindo sobre uma única coisa: dona Ester. Tanto que ele passou a manhã quase toda e o início da tarde, se perguntando se ia ou não novamente à casa dela, pois aquela história de receber dinheiro de uma mulher que tem quase o dobro da idade dele, em troca de favores sexuais, soava claramente com prostituição. E isso ele não aceitava, já que ele sempre fez sexo pelo prazer do sexo, mesmo algumas vezes, as parceiras pagando as despesas.

Foi aí que começou a lembrar do dia de ontem, da experiência de ter se relacionado com uma mulher madura e bastante safada. Quando deu por si, Lobato olhou para o meio de suas pernas e viu que estava extremamente excitado. Sua bermuda parecia um circo armado. Não querendo mais lutar contra o seu senso moral, ele coloca uma camiseta, o mesmo colar de flores havaianas, óculos escuros e diz para a mãe que vai à Avenida prestigiar encontro dos blocos de Carnaval A mãe dele concorda e ele sai pela rua, acompanhando uma banda de fanfarra. A desculpa para sair era mentira, pois seu corpo e sua mente pareciam uma bússola sexual, que só apontava para um lugar: a casa de dona Ester.

Assim que chega, ela está novamente na porta prestigiando o encontro dos blocos de Carnaval e vendo as pessoas na rua. Ela está usando uma calça legging amarela e uma camisa branca, de botões de pressão. Quando ele se aproxima dela, ela manda-o entrar e esperar sentado no sofá, para despistar os vizinhos. Ela fica ainda alguns minutos, como se estivesse curtindo as marchinhas, as pessoas fantasiadas e entra discretamente.

Assim que entra, ela senta no colo de Lobato, lhe dá um beijo caloroso, ardente e de língua. Era a retribuição por ele estar lá mais uma vez, pois a presença daquele jovem rapaz significava que ele estava disposto a ir até o final com aquela aventura carnavalesca. E enquanto ela o beijava, ele acariciava os seios dela por cima da blusa, que para admiração dele, já estavam com os mamilos extremamente duros, apesar de bem maduros.

Lobato abre a blusa de dona Ester e cai de boca nos seios ela, sugando-os com bastante fome. Ela geme alto, aproveitando o barulho do Carnaval do lado de fora, mas manda-o parar, pois não se sente à vontade para oferecer as tetas. Ela sugere que Lobato tire a camisa e deite no colo dela, pois quer que ele mame nela igual a um bebezão. Ele fica seminu e deita-se no colo dela, que oferece as tetas para ele, uma de cada vez. Lobato suga cada uma, sendo guiado por dona Ester, que vai falando para ele quando ele está sugando forte demais, causando dor ao invés de prazer.

Aproveitando também a situação, dona Ester fica acariciando o pênis de Lobato por cima da bermuda, deixando-o ainda mais louco de excitação do que ela. Quando ela sente que ele está empedrado de tanta excitação, saca o pênis dele da bermuda e fica masturbando-o enquanto ele mama nas tetas dela. Ela manda que ele pare de mamar nela e pede para que ele fique sentado no meio do sofá, com as pernas abertas. Como um cachorrinho de senhora, ele obedece sem nem perguntar duas vezes. Ela tira toda a roupa dele, deixando-o do mesmo jeito que veio ao mundo, se ajoelha no meio de suas pernas e começa a lamber-lhe o pênis.

Ela passava a língua, das bolas até a glande, subindo e descendo, olhando-o nos olhos e babando em toda a extensão do sexo de Lobato, que latejava forte. Ele gemia, ora olhando para ela, ora de olhos fechados. No auge da safadeza, ela abre mais a boca e abocanha o sexo do jovem rapaz, fazendo-o soltar gemidos altos de excitação.

Sem pressa, ela começa a mamar no pênis do jovem rapaz, como uma bezerra faminta. Ela sugava e masturbava-o com a boca, fazendo com que a mente de Lobato se desbloqueasse de todas as barreiras que ele tinha em relação a fazer sexo com mulheres bem mais maduras do que as que ele estava acostumado. A excitação era tanta que chegava próxima do êxtase, pois nunca em toda a sua vida ele tinha recebido um boquete daquele jeito. Dona Ester também estava adorando ter aquele pênis duro, rijo e latejante dentro de sua boca, pois diferente dos outros que já passaram por suas mãos (nesse caso, por sua boca), ele estava demorando a gozar.

Não aguentando mais de tanto prazer, Lobato goza na boca de dona Ester sem avisar. Mas ela estava tão sedenta que engoliu cada gota de esperma, como se estivesse saboreando um delicioso manjar, ficando alguns segundos de olhos fechados, com o pênis dele na boca, até ele amolecer.

Ficaram sentados, no sofá, um ao lado do outro, se recuperando daquela segunda experiência. Ele então começa a se vestir, para voltar para casa, sendo assistido por dona Ester, que fica passando a mão em seus cabelos, sorrindo e olhando para ele, com um felicíssimo brilho no olhar. Ela levanta uma das almofadas do sofá, abre uma carteira preta que estava embaixo, pega três notas de cinquenta reais e entrega as notas para Lobato. Ele, nessa segunda vez que fora para a casa de dona Ester, não se opõe ao fato de estar recebendo dinheiro em troca de sexo, recebe as notas, se levanta e volta para sua casa, andando pelas ruas no ritmo do Carnaval.

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