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segunda-feira, 11 de maio de 2015

RUIVÍSSIMA

Tinha recebido um convite de um amigo para ir a um casamento junto com ele. Ele não tinha com quem ir e de última hora, me convidou e insistiu. Por ser um amigo de muitos anos, não tive como dizer não e tratei de providenciar uma vestimenta adequada. Como não sou muito de usar roupas sociais, fiz esse enorme esforço colocando uma camisa social de mangas longas azul celeste, uma calça de linho preta listrada e sapatos bico arredondado, desses que dançarinos de jazz usam.

Chegando lá, ele me explicou que os noivos eram amigos da faculdade e que sempre mantiveram contato mesmo depois da formatura. papo vai, Papo vem, no final da cerimônia, fui apresentado aos noivos, dei-lhes as felicitações e fomos para a recepção que ficava não muito longe dali, num belo salão de festas, que mais parecia uma mansão dessas de filmes americanos, com um vasto jardim ao redor e muitas árvores.

Chegando no salão, sentamo-nos numa mesa reservada e fomos sendo servidos pelos garçons. Como ainda estava me sentindo deslocado, por não conhecer ninguém, resolví observar as pessoas. Foi nesse instante que a percebí: branca, magra, mais ou menos um e sessenta de altura, olhos negros como a noite, curvas cujo vestido não escondia e longos cabelos vermelhos cor de sangue. Aquela mulher me encantou e me deixou hipnotizado, pois trazia no rosto uma melancolia, um ar de mistério e ao mesmo tempo um desejo que exalava dos seus poros. A mulher estava rodeada por mais três caras, mas dava atenção a eles por formalidade. Dava para perceber de longe que o papo dos três não a agradava em nada.

Eu a olhava como se a estivesse analisando: cada detalhe, cada gesto, cada olhar dela era minuciosamente observado por mim. Estava estudando aquela mulher sedutora, tentando trazer para a minha mente que tipo de mulher seria esta. Mas o ar de mistério dela era como que um bloqueio, que me impedia de ir mais além. De repente os nossos olhares se cruzaram e o olhar dela veio fundo dentro de mim, e as barreiras que ela estava impondo se desmancharam. Percebí então que ela estava impondo barreiras para os três caras que estavam na mesa paparicando-a.

Relaxado do choque depois de um gole de whisky, os nossos olhares agora estavam mais íntimos e tanto eu quanto ela estávamos analisando um ao outro. Subitamente, um dos caras falou algo pra ela que a fez suspirar de tédio. Nessa hora ela me lançou um olhar como quem pedisse para que eu a tirasse daquele meio, pois ela já não estava aguentando.

Levantei-me e passei perto da mesa dela, olhei-a por alguns milésimos de segundo e acenei com os olhos, mandando ela me seguir. Caminhei mais ou menos uns seis ou sete passos, e a ouvi dizendo pros três caras que tinha que ir lá fora respirar um pouco. Assim que ela deu a deixa, apressei-me e fui pro lado de fora do salão. Naquela noite, a lua estava cheia e o clima estava quente. O lado de fora do salão era bem mais convidativo do que o de dentro. Assim que ela saiu, fui ao seu encontro e puxei uma conversa:

- Oi! Antes de mais nada, desculpe por não ter te deixado em paz lá dentro. Mas eu tenho uma mania muito feia de observar as pessoas, e não pude deixar de observar você.
- Com uns olhares daqueles, você deveria ser investigador. - disse ela sorrindo.
- Porque você acha isso?
- Porque homem nenhum olha pra mim com tanta profundidade. Você estava olhando tão dentro de mim, que pela primeira vez na vida, alguém me enxergava como eu realmente sou.
- E como você realmente é?
- Pelo jeito que me olhava, vou apostar na sua observação. Me descreva.

Comecei então a descrevê-la, falando que apesar de estar bela e muito linda, mais do que já é, ela carregava alguma dor. Por isso relutava em participar das conversar dos três caras que estavam na mesa com ela. falei também que ela era uma mulher inteligente, pois possuía um vocabulário muito rico pelo pouco que se expressou com os caras. E falei também que quando ela está interessada em uma conversa, ela sorrí instintivamente sem perceber, assim como ela está fazendo agora.

- Nossa! Você é psicólogo? Nunca ví ninguém que pudesse observar tanto as pessoas e acertar quase todas as intuições.
- Não sou psicólogo não, mas lido com as pessoas o tempo todo, todos os dias. Com o tempo a gente vai aprendendo a notar o que as pessoas não falam com palavras.
Nisso, ela me olhou com um brilho nos olhos, um sorriso levemente malicioso e perguntou:
- E o que é que eu não estou falando agora?

Não hesitei e a beijei. Foi um beijo calmo, de reconhecimento. Fui abraçando-a bem devagar e trazendo-a para mais perto de mim. Nossos corpos já começavam a se aceitar naquele abraço. Sentí a boca dela pedir minha língua, deixei que ela saboreasse-a, mas não dei tudo pois por ela ser menor do que eu, a boca dela podia não aguentar a minha língua inteira. Depois de uns beijos trouze a língua dela pra dentro da minha boca. Percebí que ela não estava acostumada a ter a língua chupada, pois sentí que ela era um tanto submissa aos parceiros. Não fiz por menos e mandei que ela enfiasse a língua na minha boca. Assim que ela colocou, meio que tímida, comecei a chupar bem devagar. Ela estava com muito tesão com aquilo, pois dava pra sentir o corpo dela esquentando, fervendo.

A arrasto pra um lugar bem mais afastado do salão. Vamos parar num jardim isolado, com uma fonte e várias moitas floridas. Começamos a nos abraçar de novo, agora com mais afinidade e desejo. Coloquei-a sentada na fota, levantei-lhe o vestido e para a minha admiração, ela estava usando uma mínúscula calcinha vermelha semi-transparente. Dava pra ver que ela tinha uma xoxotinha bem lisinha e cheirosa. Não fiz nenhuma cerimônia: comecei a beijar e lamber a parte de dentro das coxas dela e lamber bem safado nas virilhas. Ela retríbuia gemendo baixinho, mordendo os lábios e sorrindo.
***

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