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segunda-feira, 17 de abril de 2017

UMA EXPERIÊNCIA ANIMAL

Benny tinha sido obrigado a ir visitar uma prima dele, que morava num sitio com uma de suas tias-avós. Na época ele tinha uns 14 anos (hoje ele tem vinte e uns). Saiu de casa empurrado por sua mãe pra sair com essa tia-avó, que era muito chata por sinal. Estava vestindo uma bermuda de tecido bem leve e estava sem cueca, por causa do calor. Era verão.

Assim que chegaram, foram recebidos no portão por Tália: uma pastor-alemão fêmea belga. Ela pulou em cima de Benny e o assustou. Mas a prima dele disse que ela era extremamente mansa. Tanto é que ela só ficou cheirando-o e abanando o rabo.

Entraram no sítio e a tia avó de Benny ficou conversando com a prima dele na sala. Ele ficou parado na porta observando o sitio e como ele era grande. Tinha um pomar, um depósito e um enorme galinheiro, pois o marido da prima dele era criador de galinhas. Ele vendia galinhas em uma feira que funcionava aos domingos. E como esse dia era um dia de domingo, ele não estava. Enquanto admirava a paisagem, Tália veio para perto dele. Ela abanava o rabo em sinal de estar feliz em vê-lo, e ele não sabia das más-intenções daquela pastor-alemão.

Como forma de retribuir a felicidade da cadela, Benny começou a acariciar-lhe a cabeça e por trás das orelhas. Foi quando ela fez um movimento que o deixou aceso, da cabeça aos pés: enfiou o focinho no meio de suas pernas e começou a fungar o pau dele por cima da bermuda. Aí vocês já imaginam, não é: adolescente, tarado e com hormônios sexuais explodindo, o resultado não poderia ser outro. O pau dele ficou super duro na mesma hora. Chegou a fazer volume na bermuda. E quando Tália sentiu o volume com o focinho, foi que começou a fungar ainda mais, chegando até a dar umas lambidas por cima da bermuda. A prima de Benny, que estava conversando com a tia-avó, olhou pra ele e disse: 
- Vá dar um passeio pelo sítio com a Tália. Vá conhecer as coisas. Você já tem 14 anos e não é mais criança. Pode ir!

Benny saiu com Tália pra ver o sítio e ela quase não o deixava caminhar, pois toda hora vinha fungar o meio de suas pernas. O tesão também estava demais e não deixava o adolescente pensar em nada a não ser em sacanagem. Foi quando ao passar pelo depósito do sitio, onde o esposo da prima dele guardava as ferramentas, Benny percebe que ele não estava trancado.

Ele então abre a porta e entra com Tália. A danada queria pau e Benny estava tão louco de tesão que teve uma atitude inesperada: se encostou numa das paredes do depósito, abriu o zíper da bermuda e colocou o pau pra fora. A cadela pulou em cima e começou a dar várias linguadas nele. E que língua! Até hoje Benny não encontrou mulher nenhuma que desse um banho de língua no pau dele, do jeito que ela deu. O pau latejava do jovem de tanto tesão e escorria porra, para o prazer da danada, que mal saía uma gotinha da cabecinha, ela passava a língua quente nele.

Tomado pelo forte desejo que emanava daquela situação, ele começou a se masturbar enquanto Tália lambia-lhe o pau, que estava super babado pela cadela. Mas para que a cadela pudesse se deleitar com ele ainda mais, ora ele se masturbava, ora ela a deixava dar um banho de língua nele. Era uma loucura para o garoto, sentir aquela excitação toda. Imaginem só: ser iniciado na zoofilia por uma cadela pastor-alemão. Aquilo estava uma delícia sem proporções.

Quando Benny foi gozar, ele começou a esfregar o pau na xota de Tália, que ficou quietinha dando umas arfadas e uns ganidos. E não aguentando mais tanta excitação, ele deu uma grande esporrada naquela xota e naquele cu canino. Após o ato, ele ficou admirado, pois nunca tinha esporrado tanto se masturbando, quanto esporrou naquele dia. Tália, feliz da vida, lambeu a porra toda que tinha sujado sua xota e seu cu. E ainda deu mais um trato no pau de Benny, deixando ele limpinho.

O jovem deu uma respirada, enxugou o suor e continuou a passear com Tália pelo sítio que sua prima morava. Almoçaram e voltaram no final da tarde. Benny chegou em casa e foi tomar banho. No banho, se masturbou de novo em homenagem à Tália e disse pra sua mãe que queria ir de novo ao sítio dessa prima.

O tempo passa e já haviam dois meses depois que ele teve sua primeira experiência com Tália. Benny já estava com calo no pau de tanto pensar naquela cadela, pois ela não saía de sua mente. O mesmo queria uma oportunidade de voltar lá no sítio da prima e curtir ainda mais aquela pastor-alemão! E essa oportunidade apareceu finalmente!

A mãe de Benny perguntou se ele saberia ir sozinho no sítio dessa prima no sábado. Na hora em que ele ouviu a pergunta, disse que sim, que já tinha decorado o trajeto. Ela pediu que ele levasse umas roupas que era pra essa prima doar lá por onde ela mora (a prima de Benny é evangélica e fazia parte de um grupo de pessoas que ajudava os mais necessitados). O adolescente ficou super empolgado, pois ia rever Tália e matar a excitação dele por ela, mais uma vez. No sábado, ele pegou o saco de roupas e foi para a rodoviária, pegar o ônibus pro interior. Demorou meia hora na estrada e enfim chegou de novo no sítio, só que dessa vez sozinho.
Ao chegar, ele foi recebido por Tália, na entrada do portão, pela prima e pelo marido dela. Esse último estava de saída para mais uma feira livre, aonde ia sempre vender seus frangos e galinhas. A prima estava de saída também, pois ia na igreja que não ficava longe e ia passar a manhã inteira por lá. Ela perguntou se ele não tinha problemas em ficar sozinho no sítio e o jovem respondeu que não.
- Que bom, pois preciso que você fique para dar banho em Tália. 

Na hora em que ela disse isso, o pau dele acordou. Ele disse a ela que nunca havia dado banho num cachorro antes.
- É só ter cuidado pra não entrar água nos ouvidos dela, pois são sensíveis e, como você não trouxe roupas pra passar o dia, você pode aproveitar que vai ficar sozinho e dar banho nela de sunga.

O corpo de Benny começou a se arrepiar de excitação. Mas ele se conteve, para não dar na telha que estava bastante safado naquela hora. Ele pegou a mangueira, o sabão apropriado para cães, a esponja, tirou a roupa, ficou só de cueca e foi com Tália pros fundos da casa, onde ela toma banho. Não posso deixar de frisar que assim que ele ficou de sunga, Tália enfiou o focinho em seu pau e ficou fungando nele, deixando o jovem com bastante tesão. Ela quase que não lhe deixava dar banho, de tanto que ela ficava lambendo o pau duro de Benny por cima da sunga. Pra aumentar ainda mais a putaria com Tália, ele tirou tudo e ficou pelado de pau duro dando banho na cadela.

Ela quando viu o pau duro e teso do jovem, não parava de lambê-lo. E aquilo o deixava cada vez mais excitado por ela. Foi quando ele começou a lavar a xota e o cuzinho dela com a mangueira. Aos poucos foi introduzindo os dedos em cada um e experimentando qual o mais delicioso. Quando enfiou o dedo no cuzinho de Tália, ela rosnou como se não estivesse ainda pronta pra fazer anal. Mas quando ele meteu o dedo na xota dela, ela ficou bem quietinha, recebendo as carícias, arfando de excitação.

Benny bolinou, bolinou na xota dela, até que em um determinado momento, o dedo dele entrou todo. Naquela hora, ele descobriu que as xotas das cadelas são apontadas pra baixo, e o encaixe do pau dos cachorros faz a xota das cadelas subirem. Aquela sensação foi deliciosa: ela bombeava o dedo com muita força e quase sem parar. Sem contar que era deliciosamente quente aquela cadela por dentro.

Não agüentando mais de excitação, ele começou a roçar o pau e a forçar a entrada dele na xota de Tália. Na hora em que seu pau entrou, ela ficou quietinha, como se tivesse gostado de ter sido metida. O jovem deixou o pau dentro por alguns segundos, pra sentir aquele fogo e aquelas contrações deliciosas, e só depois foi que ele começou a bumbar naquela xota. No começo foi devagar, mas depois ele já estava montado em Tália, cruzando com ela igual a um cão. Benny suava e delirava com toda aquela excitação que estava sentindo. Nunca uma mulher possuiu músculos vaginais tão fortes quanto os de uma cadela. Tália bumbava o pau dele com a xota e não deixava ele amolecer.

Enquanto metia nela, ele brincava com o dedo no cu de Tália. Chegou até a forçar um pouco a entrada, vendo a cabeça do dedo deslizar dentro, que a essa altura nem reclamava mais de estar sendo penetrada no rabinho. O pau de Benny parecia que tinha aumentado, pois com as contrações de Tália, ele tinha ficado um pouco inchado e parecia maior. Mas o tesão ainda falava bastante alto entre aquele estranho casal.

Não aguentando mais tamanho prazer, o jovem gozou com força dentro daquela cadela. E a gozada teve a mesma intensidade da punheta que ele bateu pra ela na primeira vez, enchendo a cadela de porra grossa e jovial. Porra essa que melou o pau dele todo, mas que foi limpo por Tália, que não deixou escapar nenhuma gota.

Enquanto ela limpava a porra que escorria da xota dela, Benny entrou no sítio, tomou um banho, se vestiu e ficou esperando a prima dele chegar da igreja. Quando ela chegou e viu Tália tomada banho, deu a ele uma boa gorjeta pelo trabalho, pois a menina que dava banho nela ficou gripada e não pode ir essa semana.

Benny pegou o dinheiro e voltou pra casa, pensando em Tália e na manhã deliciosa que tiveram. Desse dia em diante ele não se masturbou mais pensando em Tália, pois o melhor dela ele já tinha ganho.

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