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domingo, 16 de abril de 2017

UMA NOITE FÉRTIL

Finalmente, depois de meses de promessas, ele chegou: vermelho, feito para a sua nova dona e com um toque de amor de seus pais. Era de segunda mão, mas era de coração, pois sua maior felicidade era a que seus dias de transporte coletivo acabaram, pois seu pai e sua madrasta, juntos compraram para Diana um Palio. Era um modelo 2012, mas estava muito bem conservado.
Ela então não perdeu tempo e foi dar uma volta nele. Pegou a chave na mão de seu pai e foi logo dar um passeio. Sua madrasta se ofereceu para acompanhá-la na sua primeira volta com o carro. Diana dirigiu até um posto de gasolina que fica perto de seu condomínio e completou o tanque, mesmo com o preço absurdo que a gasolina se encontra hoje em dia. Deram uma bela volta no bairro onde moram, para testar a parte mecânica do automóvel, que estava impecável: parecia recém-saído da loja de tão conservado que estava. Sua madrasta aproveitou e pediu que ela a deixasse na loja em que ela é dona. Diana não fez feio e dirigiu até lá. Todas as funcionárias ficaram olhando a madrasta dela saindo do carro novo de sua enteada. Despediram-se e a jovem voltou para casa.
Já no fim da tarde, Diana foi para a Universidade de carro novo, ouvindo o CD Love Metal e no ar-condicionado. Ela estava ouvindo a faixa Still Loving You, dos Scorpions. Estava sentindo uma leve dor pélvica, que talvez pudesse ser por causa do modo como o banco do carro estava posicionado, mas nada que pudesse se preocupar. Lá chegando, estacionou perto do Restaurante Universitário e foi caminhando para a aula no prédio 04. Quis cortar por dentro do prédio 03, para chegar mais rápido, mas ela foi fazer a besteira de olhar para a janela da sala do Centro Acadêmico de Letras e viu que a luz estava acesa. Pronto... Foi só ela ter visto aquela janela aberta, para seu corpo começar a despertar um tesão e uma curiosidade extremas por uma mesma pessoa: Eros. O cérebro da jovem entrou em modo automático e ela subiu até a sala do Centro Acadêmico, sem nem pensar duas vezes, mesmo com sua consciência alertando-a sobre a aula que estava para começar.
Sua ansiedade era tanta, que ela subiu às pressas para ver Eros por lá, de dois em dois degraus. Mas ao chegar lá, a mesma tomou um banho de água fria: Eros não estava. Quem estava lá era um sujeito magro, moreno, que fedia a cigarro e ainda por cima era gago. Ela viu a bolsa dele em cima da mesa e perguntou por ele ao sujeito gago. Ele olhou para ela e disse que Eros estava no laboratório de informática da departamental 03. Rápido como quem rouba, Diana rumou para o laboratório. E assim que entrou, viu Eros concentrado, digitando um texto. Assim que o viu, um enorme e libidinoso desejo surgiu em sua alma, saindo através de seus poros. O computador ao lado dele estava vazio. Então ela pede à senhora que estava chefiando o laboratório, para colocar uma hora de internet, no computador que ficava do lado do que ele estava. Nesse dia ela estava usando um vestido vermelho de bolinhas brancas que ia até os joelhos, cabelos presos numa trança, brincos de argola e uma maquiagem leve.
Ela sentou-se ao lado dele, mas ele continuou concentrado na digitação, como se não existisse mais ninguém dentro daquela sala a não ser ele. Diana começou a ficar fuçando sites alheios, apenas para dar impressão de estar fazendo alguma pesquisa. Algumas vezes ela olhava para Eros, para ver se ele a notava, mas nada! Era ele e aquele maldito texto. Chateada, pensou em se levantar e ir embora, pois já estava mais do que atrasada para a aula, só que aquele homem grande, de traços rústicos a enfeitiçava e a prendia ali ao lado dele, sem que ele precisasse mover um músculo para isso. Foi quando a senhora que tomava conta do laboratório encerrou o expediente dela e perguntou quem iria ficar até que o outro rapaz chegasse. Na mesma hora muita gente se levantou e foi se preparando para sair. Eros levantou a mão sem olhar para a mulher, confirmando que iria ficar. Diana também foi ousada e levantou a mão. Ao final, todos saíram, restando apenas ela e Eros. Foi quando a mão enorme dele, pousou sobre a sua coxa, quase tocando sua calcinha.
- Esse seu perfume é inconfundível Diana. Eu senti assim que você entrou e nem precisei virar a cabeça para saber que era você.
- Seu cachorro, safado! Porque ficou me tesando esse tempo todo? Porque não falou comigo, eu estando do seu lado?
Sem nem pensar duas vezes, Eros a beijou. Diana sentiu seu corpo ficar em alerta com aquela atitude inesperada. Ela adorava a boca dele, pois era uma das poucas que a acendia de cima a baixo. Sentiu também suas pernas se abrirem um pouco mais, desejando ser acariciada. Seu corpo se arrepiou e sua temperatura subiu ao sentir aquele homenzarrão de um metro e oitenta de altura, largo igual a um armário a dominando. Foi um beijo longo, de uns vinte a trinta segundos, mas que para ela parecia ser um beijo infinito.
- Estava com saudades suas, sabia? Esse negócio da gente se encontrar esporadicamente por aí não está dando mais certo.
Diana quis beijá-lo de novo, mas Eros a interrompeu, pois o funcionário do turno da noite estava chegando e ele falou que o mesmo era amigo da esposa dele. Ele então encerrou a sessão dela no computador que estava ao lado do dele e pediu que ela esperasse o rapaz chegar, colocasse outro tempo de internet em outro computador e que eles poderiam conversar através de um chat que existia dentro de um site de chats que o sistema da universidade não bloqueava, por não conhecer ainda esse. Ela esperou então o rapaz da noite e pediu que ele colocasse mais uma hora de internet. Diana entrou no chat que Eros indicou e começaram a papear.
Rubia_28 - Eros, você tem filhos?
00_Verde_33 - Tenho um. Por quê?
Rubia_28 - É que eu queria tirar uma dúvida sobre sexo.
00_Verde_33 - Fala.
Rubia_28 - Quando sua esposa engravidou vocês ficaram sem transar?
00_Verde_33 - Lógico que não! Logo quando ela engravidou, a primeira coisa que eu pesquisei na internet, foram as melhores posições que não prejudicassem a formação do bebê.
Rubia_28 - Hum... Tô entendendo.
00_Verde_33 - E o bom é que a gente transava sem camisinha. Mas porque a pergunta?
Rubia_28 - Por causa de uma conhecida minha lá do trabalho. Ela está grávida e está subindo pelas paredes, porque o marido não quer ter relações com ela, por medo de acontecer alguma coisa com o bebê.
00_Verde_33 - Ela está com quantos meses de gravidez?
Rubia_28 - Uns seis ou sete.
00_Verde_33 - Tudo isso e o cara nada?
Rubia_28 - Pois é. E aí, o que você acha dessa situação?
00_Verde_33 - Acho... Acho não, tenho certeza de que ela está matando cachorro a grito.
Rubia_28 - Você vai fazer alguma coisa mais tarde?
00_Verde_33 - Tenho aula e depois vou para casa, por quê?
Rubia_28 - Essa disciplina você já faltou alguma vez?
00_Verde_33 - Só uma. Por quê?
Rubia_28 - Estou de carro, vamos sair daqui à meia hora e você vai matar aula hoje comigo!
00_Verde_33 - Ok. Você é quem manda.
Diana fechou a sessão de internet, saiu do laboratório de informática e ficou esperando por Eros do lado de fora. Enquanto esperava, ligou para Brigite, para saber se ela poderia sair agora pela noite e retornar umas nove horas, Diana prometendo deixá-la em casa, pois tempos atrás a mesma estava reclamando do enorme fogo acumulado na gravidez, que o marido não queria apagar.
- Posso sim, mulher. Eu dou uma desculpa pro Mac, pois sempre vou à Universidade, pra falar com uma prima minha lá do interior. Ele a conhece e sabe que vou sempre aí falar com ela, só pra jogar conversa fora.
- Certo. Mas olha só, vou te deixar avisada: venha bem safada, sabendo que a gente não pode perder tempo com muita formalidade, pois esse cara que eu arrumei pra você é casado também.
- E ele vai matar minha secura toda?
- Se não matar, a gente fica se encontrando até você se sentir satisfeita.
- Vou colocar um vestido longo e uma calcinha fio-dental, a menor que tiver.
- Ótimo, ótimo! Traga na bolsa também um pouco do perfume que você colocar aí, pra você usar de novo quando a gente estiver voltando, pra ele não desconfiar de nada e venha pra cá o mais depressa que você puder!
- Certo. Tchau!
Uns quinze minutos depois que Diana tinha falado com Brigite, Eros saiu do laboratório de informática. Ela quis beijá-lo de novo, mas ele disse que não, pois o rapaz que toma conta do laboratório tem o costume de sair quase toda hora, e poderia flagrar os dois ali do lado de fora. Foram então ao Centro Acadêmico, pegar a bolsa de Eros, e de lá ela foi mostrar a ele o seu carro novo. Ele, quando viu o automóvel, ficou admirado pela conservação em que o carro se encontrava, pois era quase novo. Diana, lisonjeada que ficou, desativou o alarme, abriu o carro e o convidou a entrar. Entraram e, como os alunos estavam em aula, ficaram bem à vontade, com as luzes de dentro do carro apagadas e sem nenhum curioso ao redor, pra espiar.
Lá dentro do carro, beijaram-se mais uma vez com vontade, quase se devorando. A mão de Diana não saía do meio das pernas de Eros, que já estava com o pau duro, mais do que pedra. Naquela hora ela estava se segurando, mas o tesão dela era tanto, que não agüentando mais, sacou o pau dele pra fora da bermuda. Eros não esboçou nenhuma reação. Então Diana aproveitou o passe livre e caiu de boca, começando a degustar o pau daquele homem com prazer, pois estava inaugurando o carro, que prometia muitas aventuras de agora em diante. Mas quando sentiu ele duro como uma rocha em sua boca, seu celular toca: era Brigite, anunciando que já havia chegado à entrada da Universidade.
Diana teve que parar o boquete, para fazer a volta e pegar Brigite de carro. Doía em sua vontade ver Eros de pau duro do seu lado sem gozar, sabendo que ele estava assim por causa dela, mas tudo ao seu tempo. Ela fez a volta e pegou Brigite ainda dentro da Universidade. Diana parou o carro e ela entrou com todos os cuidados que uma gestante possuía e cumprimentou os dois. Ela sorriu e disse que achava Eros muito bonito, principalmente por causa dos olhos verdes e do jeitão de motoqueiro americano. Eros sorriu e agradeceu ao elogio, acariciando a coxa de Brigite com a mão esquerda, subindo a mão até sua xota.
Ela deu uma arrepiada e disse que não via a hora de ficarem mais a vontade. Brigite estava tão eufórica que parecia uma adolescente que iria experimentar algo diferente na cama pela primeira vez. Pois dava para ver que ela não tinha o hábito de trair o marido com outro homem e Diana estava ali naquele momento, sendo a diabinha que fica no ombro esquerdo, incentivando as pessoas a fazerem coisas erradas. “Bom... Sei que vou pro Hades, mas vou sem medo, por saber que não vou sozinha”, pensava.
Diana saiu de dentro da Universidade, perguntando para onde eles iriam. Eros e Brigite pensaram juntos e disseram que indo no sentido do conjunto em que a mesma morava tinha uma pousada. Diana deu a volta, passou pela frente do terminal de ônibus da Universidade e seguiu sentido o conjunto onde Brigite mora. A placa que indicava o caminho da pousada apareceu logo de cara. Diana seguiu dirigindo e logo chegaram. A pousada era grande e metade dos quartos tinha garagem. O que foi bom para a eles, pois quanto mais discretos, melhor. Entraram e a recepcionista foi bastante cordial e sorridente com Diana.
- Boa noite senhora. Primeira vez em nossa pousada?
- Sim. Sempre ouvia falar de vocês, mas só hoje eu quis ter a oportunidade de conhecer.
- Jura? Que bom! Quarto 20. Aqui está a chave. A garagem é automática. Basta apertar esse botão verde aqui que ela abre, a senhora entra e depois fecha.
- Obrigado. Desse jeito vou voltar sempre.
- Me chamo Ísis, e o que quiserem é só interfonar e pedir diretamente a mim. Boa diversão!
Diana não sabia se a recepcionista viu Brigite no banco de trás. Mas apesar da cordialidade, ela foi bem natural ao explicar sobre a garagem. Ela pegou a chave e foi procurar o quarto de número vinte. Ao encontrar, apertou o botão e a porta da garagem foi subindo. Com os faróis acesos, todos viram a porta do quarto ao lado. As luzes se acenderam, assim que Diana colocou o carro dentro. Ela desligou o carro e estava se preparando para sair. Eros saiu primeiro e foi abrir a porta para Brigite. Assim que ela saiu, começaram a se beijar ali mesmo, como se fossem amantes há muito tempo, na maior intimidade. Eles pareciam realmente um casal marido e mulher, pela semelhança das alianças em seus dedos e pelo fato dela estar gestante. A cena seria poética e romântica, se não fosse adúltera.
Dava para ver os seios de Brigite enormes e bicudos com o beijo de Eros, pois apesar do vestido dela ser comportado, ela estava sem sutiã. Aquela cena estava deixando Diana de calcinha encharcada de tesão. Mas mesmo com todo o prazer brotando, ela se segurou, assistindo aquele beijo por alguns segundos, até que não agüentando mais, se aproximou e se juntou a eles num gostoso beijo triplo. Suas línguas se roçavam, suas mãos se tocavam e suas almas se comunicavam através daquele desejo que aumentava cada vez mais. Diana estava ensopada, seios durinhos e louca de desejo de estar ali. Os seios de Brigite estavam tão pontudos, que minavam leite e Eros estava com o pau esticado na bermuda. Os três estavam com o tesão à flor da pele, doidos para se devorar. Saíram então da garagem, e foram para dentro do quarto da pousada.
Assim que entraram no quarto da pousada, Diana e Eros conduziram Brigite tranquilamente até a cama, cada um segurando ela em uma mão. Deitaram-na com todos os cuidados que uma futura mamãe merece, deitaram cada um do lado dela e voltaram a se beijar. Agora Brigite estava se revezando, ora beijando Eros, ora Diana. O leite que escorria dos seios dela molhavam o vestido, mostrando o tamanho da excitação em que ela se encontrava. E como o vestido dela, era tomara-que-caia, Diana desceu a parte do busto e deixou os seios dela à mostra. E mesmo pingando leite de tão duros que estavam os bicos, ela ficou acariciando um e Eros o outro. As mãos deles estavam um pouco molhadas por causa do leite que pingava, mas a safadeza estava deliciosa.
Diana e Eros pararam de beijá-la e a despiram, deixando aquela loirinha sonsa só de calcinha. Ela quis mudar de posição e Eros disse que deixasse tudo com ele e Diana, pois ambos iriam dar um trato gostoso nela e ensinar algumas coisas pra ela fazer em casa com o marido. Ele então tirou a roupa e Diana tirou a dela. Ficaram os três de calcinha e cueca na cama, beijando Brigite novamente, fazendo-a revezar entre a boca de Diana e a de Eros, só que dessa vez, enchendo a mão acariciando meus seios, que estavam com os bicos durinhos de tesão. Eros foi mais safado e colocou a mão de Brigite no pau duro dele, por cima da cueca. Ela, quando sentiu a ferramenta de Eros, pronta para uso, parou de beijar Diana, deu uma gemidinha olhando-a nos olhos, virou para o lado de Eros e voltou a beijá-lo com muito mais fome que da primeira vez, quando saíram de dentro do carro.
Eros tirou então a cueca e ficou nu de verdade na frente das duas. Ele não tinha o corpo escultural, como muita gente hoje em dia pensa em ter, pois era um "gordinho gostoso", mas não tinha vergonha de ficar nu na frente de outras pessoas, fora a esposa. Ele também não tinha um daqueles paus enormes que a gente vê em filmes pornôs, mas Diana já o admirava pela dureza excessiva que ele tinha, pois estava do jeito que toda mulher adora e sonha: duro, quase que empedrado de tanto tesão. Brigite quando segurou no pau de Eros sem a cueca, elogiou, dizendo que era bem mais duro do que o do marido dela.
Ao ouvir isso, Diana ficou com inveja da mulher de Eros, pelo fato de que ela tinha um macho tarado dentro de casa à disposição. Pois esse tesão todo ela acredita só existir em homens tarados: homens normais não ficam assim tão eretos. Talvez pelo tamanho, o sangue circule bem mais rápido do que se fosse gigante, Mas não é hora de aula sobre circulação sanguínea ou sobre testosterona. É aula de educação sexual para gestantes.
Eros subiu até a cabeceira da cama e ofereceu o pau para Brigite mamar. Ela caiu de boca igual a uma bezerra, mamando gulosa ao extremo. Diana ficou olhando aquela cena por alguns segundos e sua boca começou a salivar, pois também queria sugar o pau que ela já estava mamando antes de Brigite. Diana então segurou o pau de Eros enquanto ela mamava, e na primeira largada que ela deu, caiu de boca, sugando tão gostoso quanto ela. Brigite ficou chupando as bolas dele, enquanto Eros gemia com as sugadas e Diana ficava excitada ouvindo-o gemendo daquele jeito.
As duas ficaram revezando as bocas naquele pedaço de macho por um bom tempo, até que Brigite parou e começou a se tremer. Ela estava tendo um orgasmo, só de estar ali, mamando Eros, que pra intensificar ainda mais, ficou acariciando a xota de Brigite por cima da calcinha, enquanto ela gozava. Dava para ver o corpo de Brigite suando com o orgasmo. A criança no ventre dela também mexia, sentindo o prazer da mãe naquele momento. Eros deixou que ela descansasse um pouco, para depois voltarem ao que estavam fazendo.
Enquanto Brigite descansava, ele agarrou Diana, a beijou e foi descendo a boca até a sua xota, beijando e lambendo ela da virilha até a grutinha, passando pelo grelo e fazendo Diana morder os lábios de tesão, quando ele tirou ela e caiu de boca na xota, que estava lisinha só para ele. Brigite puxou Diana de lado e ficou beijando-a, enquanto Eros sugava as forças dela pela sua xota. Ele sugou até quase Diana gozar, mas parou para tirar a calcinha de Brigite, se admirando com a depilação que a futura mamãe deu na xota. Ela sorriu e disse que já estava se preparando para o parto e que o obstetra havia dito a ela que ia ser normal de novo. Eros deu um beijo no grelo de Brigite e começou a chupar a xota dela. Diana ficou um pouco enciumada, mas se conteve, porque estavam ali por causa dela: Diana por atender a um pedido dela e Eros para tirar o atraso da mesma, além de ensinar algumas coisas para ela fazer com o marido, quando chegar à casa.
As chupadas de Eros estavam deixando Brigite ainda mais louca de desejo, pois os gemidos dela ficavam cada vez mais altos. Para tentar diminuir essa excitação toda dela, Diana a beijava e ela retribuía, parando algumas vezes pra gemer forte. Diana não se preocupava com Eros, porque sabia muito bem o quanto ele sabe chupar uma xota com maestria. Brigite então apertou as coxas na cabeça de Eros, ficou empurrando ele, querendo que ele saísse do meio das pernas dela, mas ele não saiu, fazendo-a gozar mais uma vez de maneira intensa. Ela deitou-se de lado e ficou quieta por alguns minutos. Diana a deixou descansar mais uma vez, e Eros estava com o desejo á flor da pele, querendo meter. Ele quis meter em Diana, mas por mais que ela desejasse isso, suas intenções eram para com Brigite. Então Diana ficou só punhetando o pau dele de leve, pra ele não esfriar.
Eros aproveitou que Brigite estava de lado, colocou uma camisinha, se encaixou atrás dela, pincelou o pau em sua xota e começou a meter. Ela gemia e enquanto penetrava, dizia para ela que assim de lado ela poderia dar gostoso para o marido até o final da gestação. Ela só gemia e respondia "sim" com a cabeça. Diana, assistindo a toda aquela cena, só ficava imaginando o quão na secura ela se encontrava e no quanto ela e Eros estavam fazendo um bem para ela. E assim que se sentiu todo dentro de Brigite, Eros começou as estocadas de leve, fazendo a safadinha da limpeza gemer alto mais uma vez.
Diana, para não ficar de fora dessa sacanagem toda, levantou a perna de Brigite e ficou lambendo o grelo dela enquanto ela recebia as socadas de Eros. Ele, pra não perder a pose de safado, tirava o pau de dentro dela e mandava Diana mamar, pra lubrificar e meter em Brigite de novo, que pedia mais e mais para ele meter em sua xota. Nossa... Só de ouvir ela gemendo Diana ficava toda molhada. Ela estava adorando estar ali, na mesma intensidade em que Brrigite pedia para ser fodida. Eros, cada vez mais safado com aquela gravidinha, tirou o pau da xota dela e meteu no cuzinho. Dava para ver que ela tinha o costume de dar atrás, pois mesmo ela gemendo, dizendo que estava doendo, o pau de Eros entrou com bastante facilidade. E enquanto ele enrabava a gestante, Diana masturbava o grelo dela, que estava super durinho, tamanho tesão ela estava sentindo.
Eros então saiu de dentro dela e disse que aquela posição de ladinho era uma das posições que ela poderia fazer com o marido. Ele então deitou e pediu que ela viesse por cima. Brigite, já dominada física e psicologicamente por aquele deus do erotismo, obedeceu, sentado em cima dele e se encaixando, mesmo com aquele barrigão impedindo que ela pudesse ver alguma coisa. E Diana, como forma de demonstrar consideração por ela, segurou o pau de Eros e foi colocando dentro dela, para que ela não tivesse nenhum trabalho. Ele disse que ela fazer sexo sentada estava liberada, pois era uma das posições permitidas para gestantes. Ela então começou a fazer movimentos de vai e vem, gemendo e de vez em quando dando umas quicadas no pau de Eros, que já estava super melado com esses movimentos. Ela rebolava, gemia e quicava pesadamente revirando os olhos, suando e com uma expressão de felicidade no rosto. E não demorou muito para que ela gozasse de novo também.
Diana ajudou-a a sair de cima de Eros, pois ela suava como se estivesse derretendo, e dizia que estava quase sem forças, deitou-a na cama e Eros mandou que Diana ficasse de quatro na cabeceira. Ela obedeceu. Ele ficou em pé, pincelou o pau na xota de Diana e começou a meter devagar e bem gostoso. Assim que se encaixaram, ele começou a socar nela sem pena. Agora a mesma sensação que Brigite sentiu, Diana estava sentindo também. E era uma delícia para ela, sentir Eros socando dentro, ao mesmo tempo em que Diana via Brigite deitada, sorrindo extremamente satisfeita com os dois. Brigite então segurou a nuca de Diana e lhe deu um beijo demorado de língua, enquanto Eros a fodia bem gostoso. Só que o beijo que ela estava dando em Diana estava tão gostoso, que ela não teve outra saída a não ser gozar com Eros todo dentro. Seu corpo nessa hora tremeu, sua mente vibrou, seus olhos quiseram chorar e seu corpo todo tremeu. Ela estava tendo o primeiro orgasmo intenso do ano.
Diana ficou zonza, a vista dela ameaçou escurecer e ela se deitou ao lado de Brigite. O gozo foi tão intenso, que quando ela colocou a mão para sentir o quanto estava molhada no meio das pernas, seu gozo parecia mais grosso e gosmento, tipo clara de ovo. Ficaram as duas abraçadas por alguns minutos, enquanto Eros ainda permanecia teso, se masturbando de leve, olhando para as duas. Foi aí que Diana perguntou a Brigite se ela queria o leitinho de Eros, para fechar a noite com chave de ouro. Ela disse que estava até com vontade, mas tinha receio do marido querer beijá-la e perceber o gosto da porra dele na boca dela. Diana sorriu e disse que ela podia tomar tudo sem problemas, que ela iria para casa mascando um chiclete bem forte de menta que ela tinha na bolsa. Brigite então fez uma cara de safada, sorriu e pediu o leite de Eros, que colocou o pau na direção da língua dela e começou a se masturbar. Quando estava perto de gozar, ele pegou a mão de Diana e mandou que ela terminasse a punheta dele. Ela começou a punhetar e os jatos fortes começaram a sair na direção da boca da futura mamãe, que tomou tudo, sem deixar cair nenhuma gota.
Diana deu um beijo bem demorado de língua, pra sugar bastante o gostinho, a ajudou a se levantar da cama e foram tomar um banho rápido, para esfriar o corpo. Quando saíram do banho, Eros foi lá e apenas lavou o pau. Diana e Brigite perguntaram a ele o porquê dele apenas lavar sua genitália, e ele disse que ainda não tinha ido para casa e que a esposa poderia desconfiar do cheiro do sabonete da pousada no corpo dele. Vestiram-se, saíram do quarto, entraram no carro de Diana, que pagou a pousada como presente para os dois e saíram. Ela então deu um chiclete de menta que tinha dentro de sua bolsa para Eros e Brigite disfarçarem o cheiro de sexo que as bocas deles exalavam.
Diana dirigiu até perto da casa de Brigite, que se despediu de maneira formal, para não levantar suspeitas. Depois foi deixar Eros perto de casa. Ele pediu que ela o deixasse no centro, que lá ele pegaria um ônibus para ir até a casa dele, pois os vizinhos dele eram um tanto quanto fofoqueiros. Diana deu um beijo de despedida em Eros, e assim que ele saiu do carro, ela esperou ele entrar no ônibus e foi embora. Assim que chegou em sua casa, Diana falou com seus pais, jantou, pois estava morta de fome, descansou, tomou um banho, colocou seu babydoll, deitou e apagou de vez, sonhando com Eros, Brigite e na noite em que a mesma quebrou um tabu, transando gostoso com uma gestante.
Três depois, Diana estava em seu trabalho, arrumando uns papéis no arquivo, quando sentiu fome e junto com ela, uma enorme vontade de comer maçãs. Não era uma vontade comum, pois sua mente pedia muitas. Rapidamente ela correu para um supermercado que ficava próximo de seu trabalho e voltou com pelo menos umas dez maçãs enormes, devorando-as com voracidade. Porém quando acabou de comer a sétima maçã, um enjôo tomou conta de seu corpo, fazendo-a correr para o banheiro vomitar tudo. Sua mente vagou até o dia em que teve aquela louca noite de prazer com Eros e Brigite. Rapidamente ela percebeu que não havia tomado o anticoncepcional e foi para casa. Mas antes passou em uma farmácia e comprou um teste de gravidez.
No outro dia, sem contar a ninguém, ela foi ao banheiro e fez o teste de gravidez com sua urina. Ao ver as duas barrinhas aparecerem, percebeu que Eros era um macho reprodutor da espécie. Nesse momento, todos os seus sentimentos surgiram de uma vez. Mil pensamentos apareceram em sua cabeça e um amor incondicional tomou conta de seu ser. Ela estava disposta a tudo para deixar germinar essa semente do amor proibido que nutrisse por Eros. Ela iria contar sim, mas não agora. Agora ela só queria aproveitar o seu momento maternal que aflorava em sua alma. Pois assim como Brigite, Diana também estava grávida.


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